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domingo, 31 de julho de 2022

Governo Bolsonaro promoveu uma reviravolta nas contas das empresas estatais, do prejuízo ao lucro

As estatais brasileiras registraram um prejuízo de R$ 32 bilhões em 2015 sob o governo da mulher sapiens petista Dilma Rousseff. Um dos principais responsáveis por esse resultado negativo foi a política de controle de preços, que começou no governo do ex-presidiário Lula, mas que se acentuou durante a gestão da mulher sapiens petista. No ano passado, o resultado obtido pelas empresas controladas pela União, sob o governo Bolsonaro, foi de um lucro líquido de R$ 187,7 bilhões. Encerrou-se, assim, o ciclo dos megaprejuízos de estatais liderados por Petrobras, Eletrobras, Correios e Infraero. Com o lucro de 2021, que representou o triplo do valor apurado no exercício anterior, 2020, correspondente a R$ 60 bilhões, as empresas estatais federais pagaram a título de dividendos aos acionistas e juros sobre capital próprio a quantia de R$ 101 bilhões. Especificamente para a União foram pagos R$ 43 bilhões.

A Petrobras teve resultado líquido de pouco mais de R$ 107 bilhões, responsável por 57% do lucro geral das empresas federais. Em seguida vem o setor financeiro estatal com o BNDES, lucro de R$ 34 bilhões, equivalente a 18%; Banco do Brasil, quase R$ 20 bilhões, equivalente a 10%; Caixa Econômica Federal com R$ 17 bilhões, em torno de 9%; e Eletrobras, R$ 5,7 bilhões, ou 3%.  Somadas, essas companhias responderam por cerca de 98% do resultado líquido final das estatais federais. São 47 grupos de empresas que, com as suas subsidiárias, totalizam 134 companhias. Foi o controle de preços dos combustíveis e investimentos de péssimo retorno que acarretaram o prejuízo da Petrobras nos anos de 2014/2015. A companhia chegou a ter uma fábrica de tecidos sintéticos ao lado do empreendimento do porto de Suape, em Pernambuco. Ambos deram um “rombo” de cerca de R$ 10 bilhões na estatal.

Ao anunciar o resultado líquido das empresas estatais federais em 1º de julho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, lembrou que as empresas que antes haviam dado um prejuízo agora podiam comemorar um resultado positivo. Afinal tratou-se de uma virada de quase R$ 220 bilhões. Segundo o Planalto, isso só ocorreu porque trata-se com seriedade a gestão dessas companhias, que foram vítimas de corrupção em governos anteriores, como o inesquecível “Petrolão”. 

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