terça-feira, 16 de outubro de 2018

Veja a segunda parte do esporro de Cid Gomes no covil dos petistas, em Fortaleza



Veja a segunda parte do esporro de Cid Gomes no covil dos petistas, em Fortaleza, é algo como nunca antes tinha se visto na história política deste País. 

Veja Cid Gomes, o irmão do Ciro, dizendo horrores para a tropa petista no Ceará


Maravilha.... Vejam o Cid Gomes, irmão do Ciro, desancando o cacete nos petistas, na sede deles, no Ceará, neste fim de semana, dizendo com todas as letras que vão perder a eleição e por quais razões

Conab revisou para cima estimativas de área plantada, produção e produtividade da próxima safra brasileira de grãos

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou a estimativa de outubro para a safra brasileira de grãos 2018/19, que está em desenvolvimento no País. O relatório passou a ser divulgado com as estimativas em intervalos (valores limites superior e inferior das variáveis de produção e de área). A área mínima plantada está estimada em aproximadamente 61,8 milhões de hectares. Esse patamar representa uma variação positiva de 0,2% em comparação à área da safra 2017/18.  A produção total de grãos também em estimativa positiva, chegando, em seu limite inferior, a 233,6 milhões de toneladas (2,5% maior em relação à safra anterior). A cultura de algodão segue com perspectivas de crescimento, com previsão de um aumento de no mínimo 3,9% na produção. Também chama a atenção a expansão esperada para a produção de trigo, que pode atingir 5,4 milhões de toneladas, representando um aumento de 26,6% em relação a 2017. O milho, uma das principais culturas produzidas no Brasil (milho e soja são responsáveis por 90% da produção de grãos), deverá ter sua produção elevada em, no mínimo, 11,1%, comparativamente à safra anterior. Essa perspectiva é explicada em grande parte pelo crescimento esperado da segunda safra, que pode apresentar uma elevação de 18%. 






De forma geral, pode-se dizer que a atualização dessas estimativas é favorável para a inflação, na medida em que a produção e a área plantada devem ser maiores do que o esperado anteriormente.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Antropólogo da Universidade Federal de São Carlos diz que a comunicação de Bolsonaro com o eleitorado usa tática militar de ponta, é a nova mentira da esquerda

O jornal Folha de S. Paulo nesta segunda-feira publica uma matéria que demonstra de forma cabal como as esquerdas agem no campo da comunicação. Ela publica um artigo do antropólogo Piero Leiner, professor da Universidade de São Carlos, que pretende desmontar a esfinge que representa a "comunicação" da campanha do candidato presidencial Jair Bolsonaro, deputado federal do PSL. O texto publicado pela Folha de S. Paulo parece transmitir a isenção científica emanada de um pesquisador acadêmico. Mas, não é nada disso. O texto de autoria de Piero Leiner, publicado pela Folha de S. Paulo, é uma recauchutagem de um texto que o professor havia publicado algum tempo antes em sua página no Facebook. Mais do que isso: o texto foi reproduzido pelo site petista Sul 21, que é comandado pela jornalista petista gaúcha Vera Spolidoro, ex-chefe de imprensa de governos petistas e da Comunicação do peremptório petista Tarso Genro em sua passagem por ministérios nos governos do PT. Na versão publicada pelo site petista Sul 21, o texto leva o seguinte título: "Uma contribuição para o anti-Bolsonarismo (por Piero Leirner)". Então vem o texto publicado em Sul 21:

Piero Leirner (*)
Aí vão algumas dicas de quem está vendo o outro lado agir como uma “campanha militar”, e não exatamente política. Talvez seja tarde para dizer essas coisas, mas no segundo turno essa guerra aumentará sua intensidade. Deixo aqui então uma contribuição para o anti-Bolsonarismo. (ou seja, não há dúvida sobre a intenção militante com que foi publicado o texto, escrito pelo próprio autor)

– Tática do Bolsonaro é mentira e dissimulação. Isso vocês já sabem bem. O problema imediato é o como eles mentem, e não se eles mentem. Já sabemos que não vai ter como desmentir tudo.

– TUDO QUE SE FALAR CONTRA BOLSONARO SERÁ RESPONDIDO POR ELES COM SINAL TROCADO. Não adianta acusá-lo de “roxo” achando que vai forçá-lo a dizer “amarelo”, pois é mais provável que ele responda “uva”.

– Por isso, insisto de novo: eles estão usando táticas de Operações Psicológicas que estão em manuais de guerra de 3ª e 4ª gerações (assimétrica e híbrida). Cansei de ver isso. É a filigrana dos “Human Terrain Systems” norte-americanos, usam muita psicologia, linguística e antropologia. E não tem marqueteiro, é uma tática de dissipação, e os agentes, ao assimilá-la, dão prosseguimento ao formato. Então vamos lá, alguns pontos interessantes sobre isso:

1) a maior parte da informação deles é passada em rede. Isso não se deveu só aos 8 segundos de TV, mas ao fato de que essa ferramenta desestabiliza os canais tradicionais e traz um “empoderamento” ao “cidadão comum”. As teorias da guerra híbrida usam as redes de comunicação descentralizadas para desestabilizar nações; desestabilizar uma campanha eleitoral de adversário é fichinha. Não sei se é eficaz a essas alturas responder apenas no sentido de “negar as fake news”, tem que produzir um contra-discurso (não estou sugerindo fake news, é claro) que opere na mesma lógica;

2) essa estrutura de rede foi muito bem aprendida pelas FFAA norte-americanas no Iraque e Afeganistão. Não tem cabeça, elas operam de forma mais ou menos autônoma. Não duvido que a essas alturas o bolsonarismo já é um tanto independente do seu emissor central: as redes estão fazendo campanha por si próprias, e agem como estações repetidoras umas das outras. Como a maior parte delas é semi-fechada e independente, e só mantem conexões parciais entre si, isso garante a sua eficácia: se uma “célula” cai, outras ocupam o espaço;

3) a descentralização e horizontalidade dessas redes criam essa sensação de maior amplitude, indestrutibilidade, resiliência, e, o que é mais importante, resistência à comunicação exterior que venha de um emissor que atua em outra esfera de consagração; por exemplo, a Globo, a campanha eleitoral. Tudo vai ser “mentira”, só se aceita aquilo que está na própria “célula” e em outras “confiáveis”. Não adianta dizer que a Veja é de direita e publicou aquela matéria: trata-se de uma “imprensa suja e esquerdista”, toda ela. É preciso entender que para esse mecanismo funcionar ele precisa abandonar toda emissão de signos “de fora”. Lembra do Matrix? Pois é.

4) ao mesmo tempo, é preciso perceber que eles não abandonam totalmente uma referência aos centros. No entanto, estes são etéreos: toda essa tática é fundada na ideia de que eles visam um “bem maior”, moral, Deus , família, etc. Por isso mesmo esse pessoal vai bater muito na tecla do identitarismo, trata-se de jogar o adversário para a ideia de que ele só quer representar “grupos pequenos”. Para cada vez que você falar “mulher”, eles vão responder com uma “perversão para a família”, tipo “mulher lésbica”. Manuela será o principal foco de ataque nesse campo, pela história política dela. Vão bater que ela é comunista e traz o “perigo vermelho”. Vão abusar da Venezuela. Não adianta responder com “Finlândia”. Mas é possível, por exemplo, mostrar alguma foto de Manuela fazendo turismo na frente de uma igreja na Europa. Quando eles vierem com “kit gay”, vocês contra-atacam com Haddad jogando futebol. O ponto é esse: quando eles vierem com a “uva”, vocês respondem com “suco”, não com “banana”. É básico, nessas PsiOps, que sempre se opere com uma “shifting scale”, tirando o pé da referência que o emissor inimigo enviou, e sempre com mensagens subliminares. Por exemplo, mostre a cena de uma caminhada de Haddad e Manuela pela rua, passando por um muro com uma imagem do palhaço Bozo. Depois é só deixar o apelido colar no próprio fora de nossas redes.

O que fazer para minar essa tática é realmente um problemão. Certamente há muita coisa para resolver em uma campanha, estou longe de saber como se faz isso. No entanto, se fosse seguir os manuais de contra-insurgência que pensam esses assuntos, sugeriria que se dedique alguns segundinhos a isto: atuar onde eles menos esperam, usar mensagens subliminares, fugir dos lugares que eles estão associando a vocês. Mostrem várias imagens do Moro com tucanos de black-tie, com militares, em paraísos fiscais. É preciso deixar bem claro que estes são agentes coligados, e que a situação atual de Lula se deve à política, que isso não tem nada a ver com justiça. Não adianta só falar, tem que mostrar imagens que sugiram por A+B essa história. Ela deve ser montada na cabeça das pessoas (e não vir pronta), elas têm que acreditar que chegaram a isso pelas próprias convicções.

Outra coisa: é preciso passar, de maneira inconsciente, a ideia de que a “mudança” que Bolsonaro propõe não é “reestabelecer a ordem”, mas propagar o caos. Use e abuse da imagem de um vice-presidente que não aceita comando do seu chefe, e que Bolsonaro representa um perigo à hierarquia militar. Sugira que ele pode causar instabilidade nas Forças Armadas e que isso pode levar a um golpe (lembrando que é preciso conversar com os comandantes, e mostrar que isso representa um perigo real. Eles sabem disso, mas é bom se deixar claro que o lado de cá sabe também e que está preocupado com isso). Associe ele ao Collor, isso é fácil demais. Não precisa fazer essas coisas diretamente, basta jogar imagens, e deixar a nossa rede funcionar também. (veja que ele se refere à "nossa rede", portanto o tal acadêmico assume a sua identidade político-ideológica esquerdista ou petista)

Aí nesta segunda-feira, 15 de outubro de 2018, o jornal Folha de S. Paulo publica o artigo, dando-lhe ares de estudo acadêmico isentão, tentando passar a imagem de uma publicação da grande imprensa brasileira preocupada em desvendar a esfinge em que teria se transformado a bem sucedida campanha de Jair Bolsonaro por meio das redes sociais. Diz o texto do jornal: com o seguinte texto de Guilherme Seto:

Os recursos escassos, a estética do material de divulgação e as constantes contradições de Jair Bolsonaro (PSL) e seus aliados podem levar à impressão de que a estratégia de comunicação do candidato é amadora. Contudo, segundo o antropólogo Piero Leirner, professor da Universidade Federal de São Carlos que estuda instituições militares há quase 30 anos, a comunicação de Bolsonaro tem se valido de métodos e procedimentos bastante avançados de estratégias militares, manejados de maneira “muito inteligente, precisa, pensada”. “Não se trata exatamente de uma campanha de propaganda; é muito mais uma estratégia de criptografia e controle de categorias, através de um conjunto de informações dissonantes”, explica Leirner. “É parte do que tem sido chamado de ‘guerra híbrida’: um conjunto de ataques informacionais que usa instrumentos não convencionais, como as redes sociais, para fabricar operações psicológicas com grande poder ofensivo, capazes de ‘dobrar a partir de baixo’ a assimetria existente em relação ao poder constituído”.


Nesse novo paradigma político descrito por Leirner, gestado em guerras “assimétricas” como a do Vietnã — nas quais os poderes e táticas militares são muito discrepantes entre os adversários — e colocado em prática nas “primaveras” do Oriente Médio, as redes sociais têm papel central, pois “descentralizam e multiplicam as bombas semióticas”. A cúpula bolsonarista conta com a participação de diversos membros das Forças Armadas, que tiveram contato com essas doutrinas. Reportagem da Folha mostrou que Bolsonaro é o candidato preferido da maioria dos 17 generais de quatro estrelas da corporação --o topo da hierarquia. Uma dos protagonistas do grupo de Bolsonaro é o general quatro estrelas da reserva Augusto Heleno, que chegou a ser cotado como seu vice.

Há diversos recursos de “guerra híbrida” identificáveis na campanha bolsonarista com a participação de seus eleitores: a disseminação de “fake news” e as contradições (chamadas por Bolsonaro de “caneladas”) entre as figuras de proa da campanha são alguns deles. As divergências entre o presidenciável e o vice, general Hamilton Mourão (PRTB), sobre o 13º salário, e também entre ele e o economista Paulo Guedes sobre a criação de imposto aos moldes da CPMF, são ilustrativas desse vaivém que, ao fim, gera dividendos políticos para Bolsonaro.

“Esses movimentos criam um ambiente de dissonância cognitiva: as pessoas, as instituições e a imprensa ficam completamente desnorteados. Mas, no fim das contas, Bolsonaro reaparece como elemento de restauração da ordem, com discurso que apela a valores universais e etéreos: força, religião, família, hierarquia”, analisa Leirner.

Nesse ambiente de dissonância, a troca de informações passa a ser filtrada pelo critério da confiança. As pessoas confiam naqueles que elas conhecem. Nesse universo, então, as pessoas funcionam como “estações de repetição”: fazem circular as informações em diversas redes de pessoas conhecidas, liberando, assim, o próprio Bolsonaro de produzir conteúdo.

“Ele aparece só no momento seguinte, transportando seu carisma diretamente para as pessoas que realizaram o trabalho de repetição. As pessoas ficam com uma sensação de empoderamento, quebra-se a hierarquia. O resultado é a construção da ideia de um candidato humilde, que enfrenta os poderosos, que é ‘antissistema’”, diz o antropólogo.

Esses poderosos contra os quais se voltam Bolsonaro e seus seguidores são justamente os agentes que tradicionalmente transmitem as informações de maneira vertical, como políticos, imprensa, instituições, que são lançados ao descrédito.

Concorrentes como o tucano Geraldo Alckmin e o petista Fernando Haddad, então, sofrem para atingir o eleitorado com ferramentas clássicas de propaganda. Torna-se difícil estabelecer um laço com os eleitores, especialmente com aqueles que já participam da rede bolsonarista. “O trabalho dos marqueteiros dos outros partidos ficou a anos luz de distância. A tática de Alckmin foi um incrível laboratório: quanto mais atacou, mas aumentou a resistência de Bolsonaro. E isso com ele lá no hospital. Os ataques ao Bolsonaro foram então encarados como ataques a essas ‘estações de repetição’, e sua mobilidade tornou eles inócuos”, afirma Leirner.

Se está claro que essas “fake news” geram desinformação e desorientação, o antropólogo acredita que ainda não se sabe exatamente o que se pode fazer para combatê-las. Nestas eleições, o Tribunal Superior Eleitoral tem sido pressionado para tomar alguma providência em relação a elas, mas tem tido dificuldades em fornecer respostas. “Se uma fake news é punida, outras são geradas e estações novas entram na artilharia. No fim o que vai se fazer? Punir todas as redes? Prender milhões de pessoas? O que a gente vai ver é se as instituições vão continuar assistindo sua própria implosão". Para Leirner, por fim, a proliferação de notícias falsas colabora para o deslocamento de poder dentro de instituições centrais à democracia, como a Justiça e as Forças Armadas. “Hoje vemos setores do Estado, especialmente do Judiciário, entrando em modo invasivo, cada um se autorizando a tentar estabelecer uma espécie de hegemonia própria”, diz.

Para ele, a especificidade da instituição militar, aquela que tem um poder que no limite só ela mesmo controla, deveria motivar reflexões sobre o perigo de misturá-la à política. “O que me pergunto é se o pessoal da ativa está preparado para perceber que um pedaço desse ‘caos’ está saindo de uma força política que se juntou com alguns dos seus ex-quadros (...) A instituição militar diz: ‘obedecemos a Constituição e nos autocontemos’. Invadir esse poder com a ‘política’ não é boa ideia”, diz Leirner, concluindo com reflexão sobre a conjuntura: “Parece-me que estamos vivendo um Estado bipolar: resta saber como, depois da fase eufórica, vamos encarar a fase maníaco-depressiva”.

As citações do professor esquerdista, pró-petista, ou petista militante Piero Leirner, foram "repaginadas" sob a forma de "citações", tirando o caráter petista militante do artigo publicado pelo site Sul 21, pelo jornalista da Folha de S. Paulo, que assina a matéria, Guilherme Seito. E se enquadra às mil maravilhas no movimento que o jornal petista paulista coordena junto com outros veículos da grande mídia nacional, no sentido de esterilizar a comunicação nas redes sociais, de forma a que só tenham curso as versões de fatos apresentados pelos próprios grandes veículos. Isso se consolida na tal campanha e esforços legais no sentido de combate às "fake news".  

O PT, nas últimas duas décadas, em associação com a grande imprensa, utilizando no mínimo 95% das redações dos grandes veículos de comunicação, constituído de jornalistas petistas, usou e abusou da chamada guerra de comunicação. Nessa guera, uma das especialidades linguísticas do PT e de seus aliados foi tirar o significado das ações e palavras, e substituí-los por outros. O caso mais emblemático de todas essas trocas foi substituir a palavra "invasão" por "ocupação", o que dava um caráter de legitimidade para essas operações revolucionárias. Mas, existem centenas de outros exemplos similares. A própria aplicação da chamada linguagem "politicamente correta" é uma outra dessas imposições petistas nas mentes dos brasileiros. 

Em 2006, portanto 12 anos atrás, e no auge da hegemonia do império petista na política brasileira, mas já sob o influxo do primeiro gigantesco capítulo de corrupção, o Mensalão, o instituto Datafolha fez uma pesquisa de opinião pública e constatou que o brasileiro, em sua imensa maioria, era um tipo conservador (mais de 60%) e com 47% das pessoas que se declaravam de direita.  Veja a matéria que o jornal Folha de S. Paulo, estupefato, publicou na época.

47% do eleitorado diz ter posição política de direita
Pesquisa Datafolha mostra que perfil conservador do brasileiro continua forte

Questões sobre aborto, pena de morte, maconha e maioridade penal revelam mentalidade ainda mais fortemente conservadora
FERNANDO CANZIAN
DA REPORTAGEM LOCAL 

Pesquisa Datafolha revela que 47% do eleitorado brasileiro se define com sendo de "direita". Outros 23% de "centro" e apenas 30% de "esquerda".
Apesar de menos da metade se definir como de "direita", é esmagadora a maioria que adota posições geralmente associadas ao conservadorismo, como a condenação ao aborto, às drogas e a defesa de medidas mais duras de combate ao crime.
A pesquisa mostra que são contra a descriminalização da maconha 79%. Do aborto, 63%. Outros 84% defendem a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos e 51% querem a instituição da pena de morte.
Os percentuais gerais acima não diferem muito mesmo isoladamente em cada um dos grupos de eleitores ("direita", "centro" e "esquerda"). Exemplo: entre os que se dizem de "esquerda", 87% (mais do que a média) são favoráveis à redução da maioridade penal.
Em alguns temas, como aborto, drogas e pena de morte, os eleitores mais jovens se mostram até um pouco mais conservadores que os mais velhos.
No geral, também são pequenas as diferenças de opinião entre os eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Geraldo Alckmin (PSDB). Os simpatizantes ao tucano são ligeiramente mais conservadores apenas em relação à maioridade penal e à pena de morte.
A pesquisa, feita na semana passada, ouviu 6.969 eleitores pelo país. Comparados aos resultados de levantamentos semelhantes nos últimos anos, os dados mostram que o perfil conservador do eleitor permanece forte desde a década de 90.
Para o cientista político Leôncio Martins Rodrigues, embora boa parte do eleitorado não consiga discernir exatamente o que vem a ser "esquerda" ou "direita", o posicionamento mais conservador do brasileiro "faz sentido".
"Há elementos culturais que mudam com muita dificuldade no Brasil. Entre as pessoas menos sofisticadas, a busca de "soluções simples", como a redução da maioridade penal, têm muitos atrativos", afirma.
Walter Maierovitch, ex-secretário nacional antidrogas no governo FHC e especialista em assuntos de segurança, vê nos resultados da pesquisa "uma falta de informação generalizada" entre a população.
"O brasileiro é muito mal informado sobre esses temas polêmicos e geralmente acaba se alinhando com posições que emanam dos EUA, onde essas discussões são mais profundas e conservadoras", diz.
O cientista político norte-americano David Fleischer, professor da Universidade de Brasília, concorda. "A televisão é a grande fonte de informação do brasileiro. O imperialismo cultural e de costumes norte-americano, que ficou muito conservador nos últimos 20 anos, é uma forte referência."
Newton Bignotto, professor de filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais, afirma que os resultados contraditórios da pesquisa atestam "a cacofonia da sociedade brasileira". "Causa perplexidade a desconexão entre a percepção sobre os costumes, os costumes de fato e a cultura política." Para o psicanalista e colunista da Folha Contardo Calligaris "causa surpresa" o alto percentual (47%) dos que se dizem de "direita". "Ser de "esquerda" geralmente traz uma posição mais gloriosa de si mesmo. Mas, que o brasileiro seja conservador, apenas confirma o fato de ele, em geral, não tomar posições de enfrentamento."

Os "entendidos" de esquerda não entenderam nada. Eles tinham aprendido um método de neutralizar a manifestação política do conservadorismo brasileiro. O meio foi "comprar", por meio de corrupção em alta erupção, o apoio de partidos originados de segmentos conservadores, ou que supostamente representariam o conservadorismo brasileiro. Esses partidos, corrompidos, venderam-se alegremente, porque para seus quadros dirigentes, com mandato ou sem mandato, só interessava a manutenção no poder e a continuidade da obtenção do dinheiro fácil que jorrava da corrupção promovida pelo PT. Esses partidos se descaracterizaram completamente.

O eleitorado, fortemente conservador, por quase duas décadas, viu-se compungida a votar em partidos e candidatos que aplicavam, no poder, exatamente o contrário do que era a pauta conservadora. E os esquerdistas aproveitaram a onda para radicalizar na aplicação de suas posições tidas como modernas, progressistas, etc... Os poucos que se opunham eram estigmatizados. A tal ponto que o ex-chefe de imprensa do bandido corrupto Lula, o jornalista petista Ricardo Kotscho, chegou a se interrogar como ainda poderia haver jornalistas no País que ousavam se opor ao regime petista. O PT era dono de todas as virtudes. Não era nada disso, como se verificou. 

A expansão das redes sociais permitiu que as pessoas passassem a trocar informações diretamente, entre si. Os jornais definharam. Alguns até fecharam, muitas encerraram suas edições impressas. As emissoras de televisão perderam enormes audiências. As pessoas passaram a escolher o seu divertimento (música, filmes, jogos, etc...) via Internet e redes sociais. E no meio disso tudo surgiu um líder, um político que falava exatamente a pauta conservadora do público brasileiro. Pronto, estava montado o cenário ideal para a reação e volta do roda da história. 

Os "intelectuais" esquerdistas bocós pensam que podem amoldar de novo a realidade dentro de seus moldes de pensamento previamente produzidos, para tentar explicar o gigantesco fracasso das esquerdas. Vão levar um tempo para entender o que se passou. Mas, o que se passou, está se passando, é que, finalmente, parece que a grande massa conservadora brasileira encontrou um caminho para se ver politicamente representada. E não pode haver nada mais fortificante para a democracia e o Estado de Direito Democrático no Brasil do que a possibilidade que a população encontrou para se manifestar. 

Hoje fazem 13 anos, 11 meses e 30 dias de contrato de concessão do lixo de São Paulo, em licitação fraudulenta no governo da petista Martaxa


No dia 13 de outubro de 2004, a então prefeita petista paulistana Marta Teresa Smith de Vasconcellos Suplicy (PT/SP), na gestão que se estendeu de 1º de janeiro de 2001 até 1º de janeiro de 2005, popularmente conhecida por "Martaxa", ao estilo da organização criminosa à qual era filiada, comandada pelo bandido corrupto, lavador de dinheiro, atualmente presidiário em Curitiba, determinou que o então secretário municipal de Serviços da Prefeitura de São Paulo, Osvaldo Misso, promovesse as assinaturas de dois contratos bilionários originados da concorrência 019/SSO/03, parte integrante do processo administrativo 2003-0.055.178-5. Apesar de ter sido uma licitação fraudulenta, com cartas marcadas, os contratos foram assinados e hoje completam 13 anos, 11 meses e 30 dias de vigência.

A megalicitação fraudulenta foi denunciada em ação popular e investigada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, que ajuizou uma ação civil pública, colocando os dois contratos bilionários subjudice. É o que demonstra o processo nº 0011061-54.2004.8.26.0053 (053.04.011061-6) ajuizada em 20 de abril de 2004, e o processo nº 031823-91.2004.8.26.0053 (053.04.031823-3), ajuizado pelo  Ministério Público paulista em 26 de novembro de 2004. As empresas que participaram da concorrência 019/SSO/03 estão no rol de companhias investigadas e denunciadas hoje pela Operação Lava Jato. 

Há muito tempo se espera que a força tarefa da Operação lava Jato, em Curitiba, lança sua atenção para o lado de uma das maiores fontes contínua da corrupção no Brasil. Ou seja, o setor do lixo, cujas empresas corrompem de vereadores até Presidente da República, de forma contínua. Os contratos de lixo são sempre os maiores em todas as prefeituras do País. Boa parte das empresas lixeiras pertencem a empreiteiras corruptas e propineiras já sancionadas em processos da Operação Lava Jato. Por isso se espera que o Ministério Público Federal e a Policia Federal façam uma devassa nesse bilionário processo concorrencial, em que empresas privadas se organizaram para fraudar a lei federal das licitações públicas.

A concorrência originou dois contratos de concessão dos “serviços divisíveis de limpeza urbana prestados em regime público”. Os contratos do agrupamento Sudeste e o do agrupamento Noroeste foram assinados em  6 de outubro de 2004, pelo então secretário municipal de Serviços e Obras da Prefeitura de São Paulo, Osvaldo Misso, e pelos representantes das empresas privadas, com prazo de duração de 20 anos, renováveis por mais 20 anos, a contar das 6 horas do dia 13 de outubro de 2004, o que totaliza 40 anos de concessão dos serviços de limpeza urbana de São Paulo, derivados de uma concorrência fraudulenta, criminosa. . 

A soma dos valores contratuais correspondentes à época ao total de R$ 9.836.868.792,00 (nove bilhões e oitocentos e trinta e seis milhões e oitocentos e sessenta e oito mil e setecentos e noventa e dois reais), atualizada hoje, corresponde ao valor estratosférico de R$ 21.590.810.684,60 (vinte e um bilhões e quinhentos e noventa milhões e oitocentos e dez mil e seiscentos e oitenta e quatro reais e sessenta centavos). No prazo contratual de 40 anos certamente ira ultrapassar o total de R$ 45 bilhões. 

Empresas de lixo já respondem a processos de investigação na Operação Lava Jato. Nesse caso está a megalixeira Estre Ambiental SA, que pertence agora à empresa americana Estre Ambiental Inc, a qual tem entre seus acionistas o megalixeiro Wilson Quintella Filho, ex-dono e cofundador da companhia, empresário que recentemente teve pedido de prisão formulado pela Polícia Federal junto a 2ª Vara Federal Criminal de São Paulo, conforme mostram os autos nº 0009644-33.2017.403.6181 incidental ao Inquérito Policial nº 279/2015-11.


A Estre Ambiental S.A. informou aos seus acionistas pela primeira vez sobre sua implicação nas investigações da Operação Lava Jato no Relatório Anual de 2014, no documento denominado “Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas de 31 de dezembro de 2014”. As investigações da Operação Lava Jato já eram públicas para os acionistas da Estre Ambiental S.A. Disso não há qualquer dúvida, o Brasil inteiro tinha conhecimento.

É nas “Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas de 31 de dezembro de 2014”, na sua página 116, no item 35. Eventos subsequentes, subitem 35.1., documento esse aprovado pela Administração, Diretoria e Conselho de Administração da Estre Ambiental S.A., que consta a referência sobre a implicação da megalixeira Estre nas investigações da Operação Lava Jato. 

Diz o documento da megalixeira: “a Polícia Federal iniciou investigação – denominada Operação Lava Jato, visando apurar práticas de lavagem de dinheiro por organizações criminosas em diversos Estados brasileiros. O Sr. Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobrás, firmou acordo de delação premiada, citando a Estre Ambiental S.A. em depoimentos ocorridos em 05/09/2014, porém tornados públicos pelo Ministério Público Federal em 06/03/2015”. 

Ora, aqui já existia sonegação de informação da megalixeira aos acionistas da Estre Ambiental S.A., quando ela dizia que os termos da delação premiada de Paulo Roberto Costa foram tornados públicos pelo Ministério Público Federal em 6 de março de 2015, porque o jornal O Globo de 30 de janeiro de 2015, às 10h37m, com atualização da matéria às 10h45m desse mesmo dia, publico matéria  com o título “Paulo Roberto Costa diz ter recebido 'agrado' de quase R$ 8 milhões de duas empresas”, e noticiava mais de um mês antes da data referida no Relatório Anual desta Companhia o envolvimento da megalixeira Estre com pagamento de propina.

A matéria do jornal O Globo dizia: “segundo o jornal Valor Econômico, ex-diretor da Petrobras citou as empresas Andrade Gutierrez e Estre Ambiental em sua delação premiada”. E mais, Paulo Roberto Costa, ex-diretor da área de Abastecimento da Petrobras, afirmou em sua delação premiada “que recebeu um 'agrado' de quase R$ 8 milhões das empresas Andrade Gutierrez e Estre Ambiental”. 

Diz ainda a matéria do jornal O Globo que “Costa relatou ter sido informado por Fernando Soares, o `Fernando Baiano´, que havia cerca de R$ 8 milhões à disposição do ex-diretor depositados em conta bancária aberta no Principado de Lichstenstein, na Europa” e que, “desse dinheiro, entre US$ 2 milhões e US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 6,5 milhões) seriam oriundos de valores pagos pela Andrade Gutierrez e R$ 1,4 milhão teria vindo da Estre Ambiental, que de acordo com ele tinha interesse em prestar serviços para a Transpetro”.

Em suas notas explicativas às Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de 2014, redigidas em 6 de julho de 2015 por auditores independentes da Ernest & Young, empresa contratada pela megalixeira Estre Ambiental S.A., informaram aos acionistas que a “Administração afirma que não tem conhecimento das afirmações mencionadas no depoimento (de Paulo Roberto Costa) e que a Companhia não tem como prática este tipo de pagamento”. A megalixeira Estre Ambiental S.A. nessa época tinha como presidente Fernando Ribeiro Bau, genro de Wilson Ferro de Lara, acionista da metalixeira, empresário de Curitiba, e como presidente do Conselho de Administração atuava Wilson Quintella Filho.

No ano seguinte, em 23 de junho de 2016, os auditores da Ernest & Young, empresa contratada pela Estre Ambiental S.A., assinaram o relatório dos auditores independentes sobre “Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas de 31 de dezembro de 2015”. E na página 3, com o título “Operação Lava Jato”, informaram aos acionistas que “a Companhia (leia-se megalixeira Estre) foi citada em denúncia via “delação premiada” e, por esse motivo a Administração iniciou o ano de 2015 uma investigação conduzida por especialistas independentes com o objetivo de detecção de eventuais irregularidades ligadas a essas denúncias advindas da “Operação Lava Jato”, sendo que os procedimentos efetuados e resultado estão descritos na `Nota Explicativa no. 1.6.1 destas demonstrações financeiras”. Nesta nota explicativa apontada, na página 28 das Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas de 31 de dezembro de 2015, consta que a “Diretoria e Conselho de Administração da Companhia não toleram quaisquer atos ilegais, e, portanto, vem elaborando e implementando desde 2014, um conjunto de medidas para o aprimoramento da governança, controle e gestão de riscos que estipulam os procedimentos métodos e competências”.

E assim a megalixeira Estre Ambiental S.A, na base do trololó, aprovou, em 22 de janeiro de 2015, pelo seu Conselho de Administração, sob a presidência de Wilson Quintella Filho, o delatado na Operação Lava Jato, a criação da "Compliance" e a contratação de um "Compliance Officer", nível sênior. Somente quatro meses após é que a megalixeira efetivamente criou a área de Gestão e Riscos e Compliance, em 1º de junho de 2015. Essa área de Compliance da megalixeira Estre Ambiental S.A. passou pela sua prova de fogo exatos 197 dias depois que foi criada, quando foi deflagrada uma nova operação da Polícia Federal, a Operação Catilinárias, que resultou na invasão da sede de uma das empresas do Grupo Estre.


Agentes da Polícia Federal invadiram com ordem judicial, no dia 15 de dezembro de 2015, a sede do estaleiro da megalixeira Estre em Araçatuba (SP), cumprindo mandados de busca e apreensão. No mesmo dia eram cumpridos outros 52 mandados de busca e apreensão em todo o País. Os policiais apreenderam computadores e documentos no estaleiro da cidade. O estaleiro faz parte do grupo megalixeiro Estre Ambiental e foi um dos principais alvos da operação. Inclusive em São Paulo a polícia fez busca também no apartamento mansão do megalixeiro Wilson Quintella Filho, na Vila Olímpia, e na sede da Estre Ambiental S.A. Ora, é inacreditável que o setor de Compliance da megalixeira não tenha detectado esse comprometimento e risco na empresa.

Também é inacreditável que essa mesma Compliance não tenha dectectado o que afirma a Polícia Federal, por meio da sua Delegacia de Represssão à Corrupção e Crimes Financeiros, em São Paulo, no Processo nº 0009644-33.2017.403.6181 - incidental ao Inquérito Policial nº 279/2015-11, que ajuizou pedido de "MEDIDA CAUTELAR – PRISÃO TEMPORÁRIA E BUSCA E APREENSÃO junto a 2ª VARA FEDERAL CRIMINAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO/SP, com a finalidade de autorização, entre outros, para arrombamento de portas e cofres eventualmente existentes nas empresas SPE SOMA – SOLUÇÕES EM MEIO AMBIENTE LTDA., CNPJ 14.758.018/0001-61, nome fantasia CONSÓRCIO SOMA – SOLUÇÕES EM MEIO AMBIENTE, avenida Aricanduva, 9800, São Mateus, São Paulo/SP, ESTRE AMBIENTAL S.A., CNPJ 03.147.393/0001-59, avenida Juscelino Kubitschek, 1830, Vila Olímpia, São Paulo/SP e CAVO SERVIÇOS E SANEAMENTO S.A., CNPJ 01.030.942/0001-85, rua Antonio Ribeiro Lima, 225, Jardim Lídia, São Paulo/SP, caso os investigados se recusem a abri-los, e apreender quaisquer documentos ou outras provas relacionadas aos crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e de “Lavagem” de Dinheiro, incluindo registros contábeis, agendas, ordens de pagamento e documentos relacionados à manutenção de contas no Brasil e no exterior, dinheiro em moeda nacional ou estrangeira, computadores e quaisquer outros tipos de meio magnético ou digital de armazenamento de dados".


O delegado federal Milton Fornazari Junior, escreveu no item 6 do processo nº 0009644-33.2017.403.6181 - incidental ao Inquérito Policial nº 279/2015-1: “....veementes provas da atuação de uma ampla e complexa organização criminosa, voltada principalmente à lavagem de dinheiro com recursos oriundos do CONSÓRCIO SOMA – SOLUÇÕES EM MEIO AMBIENTE, prestador de serviços públicos de coleta de lixo na cidade de São Paulo/SP”.

O mesmo delegado disse, no item 13 do mesmo processo: “....verifica-se da fiscalização da Receita Federal, materializada na Informação Fiscal s/nº, com data de 28/06/2017 (ANEXO 03) e na Informação Fiscal s/ nº, com data de 25/10/2017 (ANEXO 05 – fls. do Inquérito Policial nº 279/2015-11), que o CONSÓRCIO SOMA dissimulou a origem ilícita do valor total de R$ 100.549.848,00, por meio da simulação da aquisição de diversas mercadorias para utilização como insumos para sua prestação de serviços (detergente, sacos de lixo, uniformes, tinta em pó etc.), desde o início de suas operações, por meio do emprego de empresas inexistentes de fato, sem comprovação da existência mínima das mercadorias alegadamente adquiridas”.

E ainda no mesmo processo, disse o delegado, no item 14: “....de acordo com a apuração fiscal, a simulação referida importou na sonegação tributária no elevado valor total de R$ 34 milhões, sendo R$ 25 milhões devidos a título de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e R$ 9 milhões a título de Contribuição Social sobre o Lucro, valores que poderiam ter sido destinados para o custeio de serviços públicos essenciais (saúde, educação, previdência etc.)”.

Em comunicado interno, uma semana após a deflagração da Operação Descarte, a megalixeira Estre Ambiental finalmente admitiu a prática de "procedimentos incompatíveis" em sua administração. Ou seja, a existência de “procedimentos incompatíveis” só foi informada pela alta cúpula da Estre Ambiental S.A. após a operação da Polícia Federal. E a área de gestão e risco da Companhia mais uma vez não explicou para que foi criada. 

A companhia Cavo, anteriormente pertencente à megaempreiteira corrupta e propineira Camargo Correa, hoje integrante da americana Estre Ambiental Inc, foi licitante na concorrência 019/SSO/03 da licitação fraudada da prefeitura de São Paulo lá no governo da petista Marta Suplicy. Quatorze anos depois, a Cavo, agora da Estre, continua se beneficiando da fraude na licitação da prefeitura de São Paulo, enquanto a Justiça paulista faz dormir solenemente, em primeiro grau, ainda sem sentença, os processos que denunciam esse gigantesco crime, a ação popular e ação do Ministério Público. E o mais grave, sob os narizes dos procuradores federais que integram a Força Tarefa da Operação Lava Jato, a Cavo, subsidiária da megalixeira fraudadora Estre Ambiental, deve ser a ganhadora de outra licitação devidamente arranjada para ela pela prefeitura de Curitiba, no valor de um bilhão de reais. Serrá que os procuradores da Lava Jato e os delegados federais lotados no Paraná e em Curitiba são incapazes de perceber o que se passa embaixo de seus narizes, que o atual prefeito, que já manteve excelentes relações com o ex-governador e ex-prefeito Beto Richa, comensal permanente na casa do empresário Wilson Ferro, um dos donos da megalixeira, tem muito a explicar sobre a licitação que está promovendo? E os vereadores de Curitiba, o que estão fazendo? Afinal, foram eleitos para quê?

Guilherme Boulos convoca para invasão da casa de Bolsonaro e seu assassinato, em comício do poste petista Haddad


No comício que o lulopetismo fez neste final de semana na capital pualista, o candidato derrotado (0,5% dos votos) do PSOL, Guilherme Boulos (do mesmo partido do terrorista Adélio Bispo de Oliveira, que deu a facada em Bolsonaro) incentivou os manifestantes a invadir a casa do candidato presidencial do PSL, deputado federal Jair Bolsonaro. O lulopetismo quer um segundo atentado contra Bolsonaro, está mandando as mensagens à sua militância para que algum terrorista isolado, tarado, atente novamente contra o candidato Bolsonaro. .

Repreendido publicamente por adversários, aliados e boa parte da mídia, Guilherme Boulos disse que estava ironizando (brincando) e mandou os leitores e eleitores estudarem interpretação de texto. O boçal não entende que está em um País cuja imensa maioria dos formados do segundo grau e da universidade são analfabetos funcionais, incapazes de compreender o sentido de uma frase. E são assim devido a professores como Guilherme Boulos. Ironia, uma ova. Ele deu mesmo foi ordem, senha para matar um adversário. 

Um dos melhores modos de interpretar texto e identificar o autor das ameaças, ou seja, quando um assassino manda assassinar, o mais provável é que ele queira isto de verdade, como, também, quando o líder do MTST manda invadir algum imóvel, é porque é isto que ele deseja. É assim que ele age sempre. Mas, os brasileiros podem esperar sentados, porque o Ministério Público Federal não irá se mexer para processar o comuno-petista Guilherme Boulos. 

Continua a eleição do Simers, oposição recomenda que médicos gaúchos enviem seus votos sem falta

Segue em andamento a eleição para o SIMERS (Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul) . Muitos associados ainda não receberam as cédulas eleitorais que devem ser reencaminhadas pelo correio em tempo de chegarem antes do dia 5 de novembro. Coincidentemente, muitos médicos com conhecidas ligações com a Chapa 2- RENOVA SIMERS, a chapa da oposição, ainda não as receberam. As cédulas podem ser solicitadas à Comissão Eleitoral pelo email comissaoeleitoral@simers.org.br para voto por correspondência, ou o voto pode ser feito presencialmente na sede do SIMERS, em Porto Alegre, no dia 5 de novembro.

Paraná Pesquisas diz que Bolsonaro já tem 69,9% dos votos em São Paulo

O Instituto Paraná Pesquisas disponibilizou, esta manhã, os resultados da pesquisa de intenções de votos que fez em São Paulo.

Votos válidos
Bolsonaro, 69,9%
Haddad, 30,1%

Pesquisa estimulada (com a apresentação dos nomes)
Bolsonaro, 59,1%
Haddad, 25,5%
Não sabe,5,2%
Nenhum, 10,2%

Percepção de quem será o presidente
Bolsonaro, 76,8%; 
Haddad, 15,5%; 
Não respondeu, 0,3%; 
Não sabe, 7,4%.

Pesquisa do BTG realizada no fim de semana mostra Bolsonaro com 59% e o poste Haddad com 41%

A pesquisa do BTG, realizada no fim de semana, mostra Jair Bolsonaro com 59% dos votos válidos e Fernando Haddad com 41%, conforme divulgado nesta madrugada de segunda-feira (15) por O Antagonista. 

Redutos petistas migram para Bolsonaro

No primeiro turno, Fernando Haddad perdeu para Jair Bolsonaro em 412 cidades consideradas redutos petistas. O tsunami Bolsonaro fez o candidato do PSL alcançar mais de 50% dos votos em 138 desses municípios. No Rio de Janeiro, 45 municípios antes petistas deram vitória a Bolsonaro. Boa parte está na Baixada Fluminense, a região mais violenta do Estado, e nas regiões metropolitana e norte fluminense, onde estão cidades petroleiras que prosperaram nos tempos de bonança do setor.

Pânico na Procuradoria Geral da República, Raque Dodge já sabe que não será reconduzida ao cargo por Jair Bolsonaro

A equipe de Raquel Dodge está tensa com um eventual governo de Jair Bolsonaro. Raquel Dodge já comentou com pessoas próximas que sabe serem nulas suas chances de uma recondução ao cargo de Procuradora Geral da República com a eleição de Bolsonaro, que foi denunciado por ela ao Superemo Tribunal Federal por racismo. Os procuradores da Corte temem que Bolsonaro, se eleito, nomeie um integrante do Ministério Público Militar como Procurador Geral da República.

Equipe do poste petista Haddad apaga tuíte fake sobre voto de Bolsonaro

A equipe do poste petista Fernando Haddad, lacaio e moleque de recados do bandido corrupto, lavador de dinheiro, chefe da organização criminosa do PT e presidiário Lula, apagou neste domingo uma publicação no Twitter que criticava Jair Bolsonaro por supostamente ter votado contra o Estatuto da Pessoa com Deficiência. A campanha petista apagou o tuíte porque Bolsonaro, na verdade, se absteve dessa votação.

Juiz federal Sérgio Moro homologa delação de ex-diretor da empreiteira corrupta e propineira Mendes Júnior

O juiz federal Sergio Moro homologou a delação de Rogério Cunha de Oliveira, ex-executivo da empreiteira propineira e muito corrupta Mendes Júnior condenado a 25 anos na Lava Jato. Segundo os termos do acordo, o delator ficará um ano seis meses em regime fechado. Depois outros dois anos e meio em domiciliar, com tornozeleira, e passará a quatro anos em semiaberto. Em seu depoimento, Rogério Cunha de Oliveira admite que a Mendes Júnior fez pagamentos “simulados” de propinas por meio do operador Rodrigo Tacla Duran. O ex-executivo entregou à força-tarefa contratos entre o advogado e a empreiteira.

Bolsonaro faz "live" no Facebook com tradutoras de libras


Neste domingo, Jair Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo no Facebook ao lado de sua esposa e de duas tradutoras de libras. O candidato do PSL voltou a atacar Fernando Haddad, o poste petista, lacaio e moleque de recados do bandido corrupto Lula, em razão de uma informação falsa que foi publicada no Twitter pelo petista e depois apagada. O tuíte fake de Haddad criticava Bolsonaro por supostamente ter votado contra o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Bolsonaro, na "live", disse que nunca foi contra o pleito e explicou que se absteve da votação porque o projeto, na ocasião, incluía a pauta LGBT.

Haddad implora por apoio de Fernando Henrique Cardoso

O candidato Fernando Haddad avisou neste domingo que aceitará de bom grado o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do PSDB. Haddad disse que apenas uma porta o separa de Fernando Henrique Cardoso, enquanto a separação entre Fernando Henrique Cardoso e Bolsonaro é de um muro inteiro. Disse o poste petista: "Se depender de mim, esta porta será aberta". Fernando Henrique Cardoso, ironicamente, virou comunista, sendo filho e neto de generais do Exército Brasileiro.