O presidente interino do Senado Federal, senador Tião Viana (PT-AC), afastou nesta quarta-feira a hipótese de reajustar os salários dos parlamentares para R$ 24.500,00 com a exclusão dos recursos destinados à verba indenizatória. Segundo ele, não há clima na Casa para levar o debate adiante. "Não há serenidade na Casa para esse debate", afirmou o petista, antes de iniciar a reunião com os líderes partidários de oposição e da base aliada para tratar das próximas votações. O assunto surgiu na semana passada, com a possibilidade de extinção da verba indenizatória de R$ 15 mil dos deputados e senadores combinada ao reajuste salarial para R$ 24.500,00. Para os parlamentares, o reajuste salarial seria uma alternativa para compensar a perda da verba, já que os deputados federais e senadores afirmam que necessitam de recursos específicos para gastos nos Estados. O salário dos parlamentares é de R$ 16.512,09, enquanto o teto do funcionalismo público federal é de R$ 24.500,00 (o equivalente à remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal). Tião Viana afirmou que a proposta de expor, em detalhes, os gastos relativos às verbas indenizatórias, será definida pela Mesa Diretora do Senado na próxima semana. Segundo ele, há acordo com a base aliada, o PSDB e o DEM para prestar informações via internet. A verba indenizatória é utilizada pelos parlamentares para despesas nos Estados e pagamento de combustíveis, além de outras despesas como compra de material de escritório e contratação de assessorias. Na Câmara dos Deputados, os deputados federais já são obrigados a revelar, na internet, os gastos com os recursos da verba indenizatória.Assine Vitor Vieira Jornalismo
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Tião Viana diz que não há clima aumentar salário dos parlamentares para R$ 24.500,00
O presidente interino do Senado Federal, senador Tião Viana (PT-AC), afastou nesta quarta-feira a hipótese de reajustar os salários dos parlamentares para R$ 24.500,00 com a exclusão dos recursos destinados à verba indenizatória. Segundo ele, não há clima na Casa para levar o debate adiante. "Não há serenidade na Casa para esse debate", afirmou o petista, antes de iniciar a reunião com os líderes partidários de oposição e da base aliada para tratar das próximas votações. O assunto surgiu na semana passada, com a possibilidade de extinção da verba indenizatória de R$ 15 mil dos deputados e senadores combinada ao reajuste salarial para R$ 24.500,00. Para os parlamentares, o reajuste salarial seria uma alternativa para compensar a perda da verba, já que os deputados federais e senadores afirmam que necessitam de recursos específicos para gastos nos Estados. O salário dos parlamentares é de R$ 16.512,09, enquanto o teto do funcionalismo público federal é de R$ 24.500,00 (o equivalente à remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal). Tião Viana afirmou que a proposta de expor, em detalhes, os gastos relativos às verbas indenizatórias, será definida pela Mesa Diretora do Senado na próxima semana. Segundo ele, há acordo com a base aliada, o PSDB e o DEM para prestar informações via internet. A verba indenizatória é utilizada pelos parlamentares para despesas nos Estados e pagamento de combustíveis, além de outras despesas como compra de material de escritório e contratação de assessorias. Na Câmara dos Deputados, os deputados federais já são obrigados a revelar, na internet, os gastos com os recursos da verba indenizatória.
Nenhum comentário:
Postar um comentário