Assine Vitor Vieira Jornalismo
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Relato de um típico caso de assédio moral no Banco do Brasil (30)
Após o “negócio” de Jaguari ter vindo à tona, Ausani foi substituído na chefia substituta. Em seu lugar entrou o lugar-tenente de Paulo de Tarso Lorenzoni do Amaral, o advogado Paulo R. D. Brandão. Isso já era o início de 2001. E aí já estava determinado que Ausani passaria pelas piores provações, até uma seqüência rápida de grandes humilhações e a demissão. Em meados de 2001, Ausani, preocupado com a repercussão do caso “Minuzzi”, porque era responsável pela jurisdição de São Vicente do Sul e Jaguari, diante da conduta de Paulo de Tarso de não responder aos pedidos do Ministério Público Federal, feitas pelo procurador Girelli, e antes que fosse responsabilizado por algo que não fez, levou o assunto “para cima” na estrutura do Banco do Brasil. Mas, nada foi feito. Tudo parou em Porto Alegre, o que não é estranho, pois Paulo de Tarso Lorenzoni do Amaral era “homem de confiança” do chefe regional da advocacia do Banco do Brasil no Rio Grande do Sul, Carlos Alberto Oliveira. Ao contrário, sobrou para Ausani. Ele passou a ser ainda mais sobrecarregado de trabalho, teve intensificada a fiscalização sobre sua atuação, retiraram sua estagiária, proibiram-no de receber pessoas de fora do Banco do Brasil no Núcleo Jurídico, e passaram a lhe cobrar relatórios diários de serviço. `As vésperas dos feriados costumavam trazer enormes pilhas de processos para que Ausani fizesse o atendimento, sendo o prazo o da segunda-feira logo após o feriado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário