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segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Comissão racial na UnB instala sistema de avaliação ao molde nazista

A Universidade de Brasília decidiu mudar o critério para decidir quem é e quem não é negro entre os pretendentes a ingressar na instituição por meio do sistema de cotas. Antes, tudo dependia de uma foto tirada pelo candidato. Um funcionário da instituição olhava e decidia: “Este é afrodescendente, aquele não”. Embora possa parecer uma piada, funcionou assim o sistema até que um jovem entrou na universidade, e seu irmão gêmeo não foi reconhecido como “negro”, e teve negada a matrícula. Diante desse absurdo, denunciado pela mídia brasileira, os racialistas da Universidade de Brasília resolveram corrigir a asneira que tinha criado com outra ainda mais monumental. Agora a escolha não será mais feita com o exame de uma fotografia. O candidato se declara negro, inscreve-se pelo regime de cotas e faz o vestibular. Se fizer os pontos mínimos, uma “comissão” da UnB vai entrevistá-lo e decidir se ele é ou não um “afrodescendente”. Ou seja, é uma comissão especializada em “exame de raça”, exatamente como foi determinado pelo Congresso Nazista de Nuremberg, em 1933. E dizer que isso é elaborado por professores universitários. É de desesperar completamente sobre o futuro do Brasil. Só não dá para desesperar completamente porque, na Alemanha, a Universidade também se agachou para os nazistas. No caso da Universidade de Brasília, ela até já tem um reitor com nome e sobrenome que lembrar alguma origem germânica: Timothy Mulholland. A Universidade de Brasília já é notória pela atuação de uma esquerdalha de décima quinta categoria, especializada em incentivar perseguições estupendas contra professores que não rezam pela cartilha da estupidez, estilo os livrecos da chilena trotskista-stalinista Marta Harnecker. Uma das suas principais obras é “Los Conceptos Elementales del Materialismo Histórico". Este manual ordinário foi fonte de orientação para várias gerações de alienados estudantes esquerdistas latino-americanos. A falecida esposa de Marco Aurélio “Top Top” Garcia, Elisabeth de Souza Lobo, dava aulinhas de marxismo para os militantes do POC (Partido Operário Comunista), no final da década de 60, em Porto Alegre, usado este tipo de literatura política. Hoje, Marta Harnecker dirige em Cuba o Centro de Recuperação e Difusão da Memória Histórica do Movimento Popular Latino-americano. O Centro é, na realidade, um órgão de orientação político-ideológica para as ONGs que atuam na seara da “sociedade civil organizada”, integrando o novo “bloco histórico”, em oposição às classes dominantes na visão gramsciana. Marta Harnecker vive em Havana desde 1974, onde casou-se com o lendário Manuel "Barbaroja" Piñero Losada, falecido em 1998, e o grande articulador dos movimentos guerrilheiros latino-americanos, entre os quais os “rodriguistas” da Frente Patriótica Manuel Rodríguez (FPMR) e os “miristas” do Movimento de Izquierda Revolucionaria (MIR).

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