
O governo do ex-presidiário Lula escolheu o sindicalista petista João Luiz Fukunaga como presidente do fundo de pensão do Banco do Brasil, o Previ, e a indicação de alguém sem experiência com finanças preocupa os funcionários do banco público. A Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil tem como objetivo garantir aos funcionários e aposentados do Banco do Brasil e pensionistas benefícios previdenciários complementares aos da Previdência Oficial. A instituição é responsável pela gestão de um patrimônio de R$ 250 bilhões, por isso, não ter uma pessoa da área financeira é visto com preocupação principalmente pelos antigos diretores da Previ e do BB. Uma gestão inadequada poderá trazer prejuízos inestimáveis para os mais de 200 mil participantes do Previ.
Fukunaga é conhecido por sua atuação no Sindicato dos Bancários que o descreve como uma pessoa que tem uma “extensa trajetória de luta em defesa dos funcionários do Banco do Brasil, dos associados da Previ e dos trabalhadores”. Ou seja, ele é uma reedição do finado petista Luis Gushiken. E a nomeação é o maior exemplo de que está em marcha o Mensalão II.
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