
Uma delegação do Brasil encabeçada pelo ex-chanceler Celso Amorim, hoje assessor especial do ex-presidiário Lula, ocupando o lugar que já foi desempenhado pelo comunista Marco Aurélio Garcia, viajou à Venezuela e se encontrou, na quarta-feira, 8, com o ditador genocida e narcotraficante Nicolás Maduro, na capital Caracas. O encontro faz parte da retomada de relações que foram "danificadas" pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na verdade,.é uma monumental reativação do Foro de São Paulo. O encontro foi compartilhado pelo narcotraficante nas redes sociais. Ao postar foto com Amorim, ele disse que foi um "grato encontro" com a delegação brasileira. "Estamos comprometidos com a renovação de nossos acordos de união e solidariedade que garantem o crescimento e o bem-estar da Venezuela e do Brasil", declarou Maduro na mensagem, em espanhol.
A Venezuela vive uma ditadura comandada por Maduro. Na terça-feira, 7, o Brasil apresentou à Organização das Nações Unidas (ONU) nova posição e preocupações com o governo ditatorial da Nicarágua. Ao repudiar a decisão de autoridades do país da América Central de retirada de nacionalidade de opositores ao regime de Daniel Ortega, o governo brasileiro colocou-se à disposição para acolher as pessoas afetadas pela medida. Isso é de uma canalhice histórica e ato criminoso do governo nazipetista, que se negou a assinar a resolução do plenário da ONU que considerou a Nicarágua uma ditadura totalitária.
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