
O ex-deputado federal negou veementemente que não quer novas eleições, mas quer uma resposta do Tribunal sobre o assunto. “Nada de ter nova eleição, não vamos propor nada disso, não queremos tumultuar a vida do País. Mas têm umas urnas que têm que ser revistas e nós vamos propor para o Tribunal Superior Eleitoral até a próxima terça-feira (22) essa nova proposta. Pelo estudo que nós fizemos têm urnas que não podem ser consideradas”, disse o ex-parlamentar que aponta “problemas” em 250 mil por todo o País.
O partido ainda aguarda os números sobre a quantidade de votos e os cenários que podem ser mudados com os questionamentos, mas não deu detalhes se os questionamentos levarão em conta os dois turnos ou apenas o segundo turno da eleição. Lembrando que tais indagações sobre as urnas eletrônicas também podem atingir campanhas para governos estaduais e legislativos. Ao ser questionado sobre as demais formas de verificação das urnas, como a zerésima e os boletins de urna, Valdemar Costa Neto insistiu que os números de patrimônio atrapalhavam a transparência.
Essa não é a primeira vez que questionamentos do Partido Liberal são levados ao TSE. No final de setembro, na semana do primeiro turno, a legenda apresentou um relatório que apontava suposta vulnerabilidade no sistema eleitoral. Tal ponto foi rapidamente negado pela Corte Eleitoral e o seu presidente, o ministro Alexandre de Moraes, até mandou que o texto fosse incluído no inquérito das fake news.
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