
A Procuradoria-Geral da República pediu que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, coloque Ivan Rejane Pinto em prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica. O pedido foi apresentado neste domingo, 31, pela vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo. Ivan está preso desde 22 de julho por fazer ameaças a ministros da Corte e a políticos como o ex-presidiário Lula nas redes sociais. O pedido da PGR foi apresentado depois de a Polícia Federal pedir para a prisão temporária de Rejane ser convertida em preventiva, em que não há prazo para a soltura.
Na petição, Lindôra alega que “outras medidas cautelares cumuladas de bloqueio de canais digitais e de grupos no Instagram e WhatsApp administrados pelo investigado, proibição de uso das redes sociais e de quaisquer canais digitais, assim como a vedação de concessão de entrevistas e criação de listas de transmissão por aplicativos, além da proibição de proferir discursos de ódio e de grave ameaça a ministros do STF e a agentes políticos, em qualquer rede social, plataforma ou aplicativo, são suficientes e adequadas para garantir a ordem pública”, destacou. A vice-procuradora-geral alegou também que Rejane agiu com “a finalidade de angariar alta visibilidade com seus vídeos” e para “obter renda”.
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