O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o petista Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, indicado pelo ex-presidiário Lula, devolva aos cofres públicos R$ 975 milhões. A cobrança se refere a valores de obras das refinarias Premium I e II, em projetos que foram paralisados. O petista Renato Duque comandou a diretoria de serviços de 2003 a 2015, já no segundo mandato da "mulher sapiens" petista Dilma Rousseff na Presidência da República. Nesse período, ajudou a operar poderoso esquema de corrupção que drenou bilhões da estatal.
As refinarias da Petrobras começaram a ser construídas no fim do governo do ex-presidiário Lula. Em 2015, já com Dilma no poder, a empresa cancelou as duas obras, uma em Bacabeiras (MA) e outra em Caucaia (CE), gerando um prejuízo de R$ 2,7 bilhões, com serviços de terraplanagem já realizados e materiais comprados, que se transformaram em ferrugem. Na verdade, os projetos foram montados somente para a organização criminosa do PT e seus aliados desviarem dinheiro da Petrobras.
Em seu edital, o TCU dá um prazo de 15 dias para que o petista Renato Duque apresente alegações de defesa às ocorrências no processo. Esta é a segunda vez neste ano que o tribunal cobra explicações do ex-diretor. Caso o executivo não consiga comprovar a lisura de processos das obras, vai ser cobrado judicialmente pela devolução. O petista Renato Duque foi condenado a 12 anos e nove meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em investigações ligadas à Operação Lava Jato. Em 2020, o ex-diretor da Petrobras foi autorizado a responder pelos crimes em liberdade.

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