O ministro Alexandre de Moraes, "xerife" do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou na sexta-feira 27 que a extrema direita “capturou” e “cooptou” as redes sociais. De acordo com o membro da Suprema Corte, a atuação desse tipo de grupo é maior do que a de usuários comuns. A fala dele revela sua frustração de ativista judicial de esquerda, inconforme com o fato de que a esquerdopatia e sua pautas já não detêm a hegemonia de discurso nos meios digitais.
A declaração do "xerife" Alexandre de Moraes ocorreu durante uma aula de direito na Universidade de São Paulo, principal antro da doutrinação esquerdopata na América Latina. Para ele, o mundo jurídico deveria ter tomado decisões logo que as "notícias falsas" começaram a surgir. “Deu uma bobeira no mundo jurídico e político, e parece que tudo é novidade, mas não é. Fake news antes se chamava fofoca”, disse. Segundo ele, “fofocas que destruíram reputações em cidades pequenas, agora destroem em redes socais“.
No STF, Alexandre de Moraes é relator de inquéritos absolutamente ilegais que tratam de apurar supostas notícias falsas e ataques aos ministros da Suprema Corte, como a ação em que o deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) foi condenado por agressão verbal contra ministros da Corte, em uma prisão absurda, teratológica. O "xerife" Alexandre de Moraes também é o relator do "inquérito das fake news", que apura disseminação de notícias falsas contra o Supremo. É outro inquérito surrealista, totalmente absurdo.
Durante a aula, o ministro citou ainda que o movimento de "extrema direita" nas redes sociais começou nos Estados Unidos e foi testado em países como Itália e Polônia. Ele pensa, na realidade, que somente o pensamento de esquerda pode se manifestar livremente nas redes sociais. Ele já declarou, com todas as letras, que a Internet deu voz a "idiotas". Para ele, sem dúvida, "idiotas" são todas as pessoas de direita, conservadoras, que não aceitam mais as pautas de esquerda e seus projetos de dominação do poder político.
Alexandre de Moraes afirmou que a ação se desenvolve em quatro etapas: produção, divulgação (com auxílio de robôs), compartilhamento por políticos e o financiamento. Ele classificou a atuação como “inteligentemente organizada”. O inquérito das fake news, como ficou conhecido, ainda não tem data para ser encerrado. É o "inquérito do fim do mundo", como foi classificado pelo ex-ministro Marco Aurélio Melo, um projeto totalitário, que investiga supostos fatos ilegais, não capitulados em lei, arbitrário, totalitário, que sonega os mais primários direitos de defesa dos que caem em sua malha. Alexandre de Moraes é o agente que mais trabalha contra o prestígio do Supremo Tribunal Federal. É o McArthur da esquerda mundial.

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