Ainda na área de refino, a companhia pretende reduzir em 30% a captação de água em suas refinarias e em 16% a intensidade do carbono do segmento até 2022. “Esse novo combustível reduz em 70% a emissão de gases de efeito estufa se comparado ao óleo diesel mineral e 15 % em relação ao biodiesel éster”, afirmou a empresa.
Sua venda depende e ainda de regulamentação da Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP). A Petrobras também prevê investimentos para o aumento da produção de diesel S-10, de baixo teor de enxofre, em detrimento do diesel S-500. Para isso, segundo a empresa, serão realizadas modernizações em unidades da Reduc, em Duque de Caxias-RJ, e da Revap, em São José dos Campos-SP. Também será construída uma nova unidade de hidrotratamento de diesel na Refinaria de Paulínia, interior de São Paulo.
A companhia começou a implementar projetos de inteligência artificial nas refinarias como, por exemplo, o Digital Twins (gêmeos digitais). “Trata-se de uma representação rigorosa e integrada dos processos de uma refinaria, desde a entrada de petróleo até a saída de derivados especificados”, afirmou. São utilizados simuladores, que permitem explorar as condições operacionais, dessa forma, otimizar a produção em tempo real. A nova tecnologia, de acordo com a Petrobras, já permitiu ganhos de cerca de US$ 100 milhões em receita para as refinarias somente em 2020.

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