A desembargadora federal Maria do Carmo Cardoso pediu vista, em 31 de janeiro de 2019, do processo criminal envolvendo os promotores Leonardo Bandarra e Deborah Guerner, alvos de um dos inquéritos da Operação Caixa de Pandora – deflagrada dez anos atrás. Guerner e Bandarra (que era procurador-geral de Justiça) são acusados de exigir R$ 2 milhões de José Roberto Arruda para manter em sigilo um vídeo em que o ex-governador aparecia recebendo propina. Se o processo não for colocado em pauta até quinta-feira 16, ocorrerá a prescrição dos crimes e os dois réus sairão impunes. A dupla também é alvo de outro processo por concussão e violação de sigilo, por terem ajudado Durval Barbosa, delator do Mensalão do DEM, em troca de R$ 1,6 milhão. Além da prescrição criminal, também há problemas de lentidão da justiça em relação às sanções administrativas disciplinares. Bandarra e Guermer foram demitidos pelo Conselho Nacional do Ministério Público em 2010 e até o momento a demissão não foi efetivada, por falta de confirmação judicial.
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