O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (8) que mantém sua determinação de transferir a Embaixada do Brasil de Tel Aviv, em Israel, para Jerusalém. Porém, não disse quando definirá a mudança. Segundo ele, quer evitar confrontos e choques. De acordo com o presidente, as resistências vêm, sobretudo, dos palestinos e iranianos. Ora, palestinos não existem. São árabes que viviam na antiga Transjordânia. Essas terras foram anexadas por Israel após a fracassada invasão de nações árabes contra Israel em 1948, no dia seguinte ao da declaração de independência israelense. A maioria dos árabes que viviam nessas terras imigraram para a Jordânia e sul do Líbano. Já o Irã, que é islâmico, mas não é árabe (o idioma é o farsi), é uma nação detestada pelos países árabes, ai incluindo o Egito, a Jordânia, a Arábia Saudita e principados da região do Golfo Pérsico. O Irã é fomentador de grupos terroristas islâmicos que desestabilizam a região. Hoje, praticamente todo o mundo árabe, justamente por causa da ameaça do Irã, está caminhando para o estabelecimento de relações diplomáticas, comerciais e outras com Israel. “Não mudei de ideia, não”, disse o presidente Jair Bolsonaro durante entrevista à TV Jovem Pan: “Não queremos confrontar ninguém". Na viagem a Israel, encerrada na semana passada, Bolsonaro anunciou a instalação de um escritório de negócios em Jerusalém, destinado aos assuntos de ciências, tecnologia e inovação, além de comércio e economia.
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