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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Lula ignorou enterros de irmãos enquanto esteve solto, até como presidente


Ao contrário do que fez parecer em seu pedido à Justiça para ser autorizado a comparecer ao enterro do irmão Genivaldo Inácio da Silva, o Vavá, falecido de câncer na terça-feira (29), o ex-presidente e presidiário Lula nunca foi a sepultamento de um irmão enquanto esteva solto e até mesmo no exercício da presidência da República. Lula já era presidente quando, em 2004, nem sequer foi ao velório e tampouco ao sepultamento do irmão João Inácio, que faleceu vítima de câncer. Em janeiro de 2005, Lula também não compareceu ao enterro de outro irmão, Odair Inácio de Góis, que morreu após um ataque cardíaco. Essa discussão foi suscitada por ocasião do falecimento do advogado Luiz Carlos Sigmaringa Seixas, quando o presidiário pediu autorização pela primeira vez para ir ao sepultamento, em Brasília. Se não foi aos enterros dos próprios irmãos, Lula também nunca foi de confortar familiares de amigos falecidos. Quando em 2013 morreu o velho amigo Jorge Ferreira, dono de bares e restaurantes em Brasília e muito mais ligado a ele que Sigmaringa, Lula ignorou o enterro. Como presidente, não gostava nem mesmo de sobrevoar áreas vitimadas por desastres naturais, como inundações e deslizamentos. Em 2010, com isopor na cabeça, Lula não saiu da praia da base naval de Aratu, na Bahia, para visitar ou ao menos sobrevoar área de deslizamento no Estado do Rio de Janeiro que matou dezenas de pessoas. Um avião da TAM caiu em Congonhas, matando 199 pessoas, em 2007. Lula jamais visitou o local e só anos depois receberia familiares das vítimas.

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