O WhatsApp enviou notificação extrajudicial para quatro empresas suspeitas de fazerem envio massivo irregular de mensagens durante o período eleitoral. O aplicativo determina que parem de fazer envio e de utilizar números de celulares obtidos pela internet. O comportamento, segundo o WhatsApp, fere as regras do aplicativo. O envio de mensagens com conteúdo eleitoral não é ilegal. Para isso, é necessário que os candidatos entreguem os telefones e uma lista de apoiadores que voluntariamente cederam seus dados. No entanto, há a suspeita de que as agências venderam bases de usuários de terceiros, segmentadas por região e perfil, de origem desconhecida - o que é ilegal. "Estamos tomando medidas legais para impedir que empresas façam envio maciço de mensagens no WhatsApp e já banimos as contas associadas a estas empresas", informou em nota o WhatsApp. O jornal protopetista Folha de S. Paulo informou na quinta-feira que as empresas estariam bancando uma campanha de mensagens contra o PT. Essas empresas seriam Quickmobile, Yacows, Croc services e SMS Market.
Em reunião no Tribunal Superior Eleitoral, a presidente nacional do PT, a Barbie petista, senadora Gleisi Hoffmann (PR), ao lado de representantes de partidos que apoiam a chapa do poste petista Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições 2018, pediu à presidente da Corte, ministra Rosa Weber, medidas rápidas em resposta à ação em que o PT atribui crimes eleitorais contra a candidatura petista e a favor da campanha presidencial do deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ).
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