
A onda avassaladora que catapultou candidatos aliados a Jair Bolsonaro (PSL) está inquietando o entorno de Eduardo Leite (PSDB). Após vencer o primeiro turno por uma margem de votos mais estreita do que projetado pelas pesquisas, o tucano estuda como lidar com o fenômeno sem perder eleitores na etapa decisiva da eleição. Seus principais aliados, já falam abertamente em pedir votos para Bolsonaro no Estado. Ainda no domingo, tão logo teve presença confirmada no segundo turno, Leite rechaçou aproximação com a candidatura de Fernando Haddad (PT), mas não demonstrou simpatia a Bolsonaro. A iniciativa surpreendeu os aliados, que não esperavam uma afirmação peremptória anti-PT tão cedo. Agora, há uma pressão crescente por uma adesão oficial ao presidenciável.
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