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terça-feira, 20 de novembro de 2007
Relato de um típico caso de assédio moral no Banco do Brasil (22)
A inacreditável operação conduzida em Jaguari, nos dias 4 e 5 de dezembro de 2000, pelos sherlocks que haviam assumido a direção do Nujur em Santa Maria, jamais poderia ter sido realizada da forma que o foi. Acima de tudo, a operação foi absolutamente ilegal, e o que aconteceu durante essa operação é muito mais do que um desastre, é uma coleção de crimes. Como conseqüência, tudo que foi negociado nessa operação ilegal, por causa da ilegalidade da mesma, resulta em nulidade dos negócios firmados. Pode parecer incrível, mas mesmo com uma operação construída sobre total ilegalidade, o Jurídico do Banco do Brasil ainda ajuizou uma execução (ação de cobrança, contra Volmir Minuzzi, instrumentalizada por um documento obtido de forma ilícita e cujo objeto é fruto de crime. Mais inacreditável ainda, até agora, é que ninguém tenha visto nada de errado nisso. Até o próprio autor do desfalque, Volmir Minuzzi, se fosse melhor orientado por advogado, poderia pedir a extinção da execução pela ilicitude absoluta do negócio que serviu de base para a transação.
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