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segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Relato de um típico caso de assédio moral no Banco do Brasil (18)
Depois da nomeação de Paulo de Tarso Lorenzoni do Amaral, por causa do questionamento do advogado Julio Cesar Ausani, que reclamava da forma como havia sido preterido, mesmo tendo pontuação para assumir o cargo, o chefe regional do jurídico do Banco do Brasil, Carlos Alberto Oliveira, mandou chamá-lo a Porto Alegre. Após lhe aplicar um chá de banco de mais de três horas, em seu gabinete na Ajure do Banco do Brasil, período no qual ficou despachando assuntos de seu escritório particular, conforme Ausane, Carlos Alberto Oliveira o atendeu e simplesmente lhe disse que não devia satisfação de seus atos, como se fosse o dono do Banco Safra, e não apenas o chefe do departamento jurídico do Banco do Brasil. Essa sensação de invulnerabilidade que esses poderosos têm é algo fora do comum, é o que cria em torno de si grupos que os apóiam na incrível construção de fortalezas de poder dentro das grandes corporações. E assim está aberto o caminho para a prática descarada do assédio moral, com incentivo das mais altas chefias. Assédio moral só ocorre, em uma organização, porque as direções das instituições permitem. Esta história continua na edição de amanhã, porque é longa. Enquanto isso, Videversus faz um convite para que todas as pessoas que já sofreram de assédio moral no trabalho, seja na esfera pública como também na privada, relatem seus casos.
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