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sábado, 3 de novembro de 2007

Paulo Bernardo defende CPMF permanente, mas com redução da alíquota

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, defendeu na quinta-feira uma CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) permanente com redução da alíquota. Para ele, o tributo é importante para combater a sonegação fiscal e a manutenção ou não do "imposto do cheque" deveria ser debatida no âmbito da reforma tributária, mesmo com a eventual redução da alíquota, hoje de 0,38%. "Eu defendo que ela se torne permanente”, disse ele. Como se verifica, a palavra de petista é igual a uma nota de R$ 3,00.

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