O secretário-geral da Presidência, Luiz Dulci, defendeu as ONGs nesta quinta-feira, na 13ª Conferência Nacional da Saúde. Além disso, ele atacou "setores da direita e conservadores, que conspiram através de um combate político contra a participação dos movimentos sociais na formulação de políticas públicas". Na reunião, o ex-chefe de gabinete do assassinado prefeito de Santo André, Celso Daniel, condenou a tendência de criminalização a priori de entidades sociais como ONGs, sem que elas recebam respeito. "Nunca se deve deixar de levar em conta o papel do terceiro setor em todo o mundo na sua contribuição fundamental para a execução das políticas sociais", disse Dulci, para quem a sociedade tem que se envolver nas decisões de governo e na execução dessas políticas para que elas tenham sucesso. Segundo ele, os movimentos sociais no Brasil "foram pioneiros na participação social, para assegurar aos cidadãos a garantia de muitos dos seus direitos". E alertou que a disputa por essa participação "é bastante dura e é preciso ver o que está por trás disso". O ministro disse que os aperfeiçoamentos que o Sistema Único de Saúde (SUS) recebeu até agora se devem à participação popular. Segundo ele, nos últimos cinco anos foram realizadas 48 conferências sobre políticas públicas de âmbito federal, com a participação de Estados e municípios, e que mais de dois milhões de pessoas participaram desses encontros. Dulci destacou que está prevista para o próximo ano a realização da Conferência Nacional da Juventude e da 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Todos esses eventos, segundo ele, visam a consolidar a prática de um sistema de participação social nos atos de governo. A primeira, a da Juventude, é de domínio do PCdoB e visa a criar tropa de choque; a segunda, a de Comunicação, visa estabelecer a censura à imprensa no País. Esta conferência adotou o "13" em sua propaganda, em uma descarada vinculação do governo e das políticas públicas ao PT, com recursos publicitários tirados do Erário Nacional. E ainda vincula com a propagando do partido que foi veiculada recentemente em rede nacional de televisão. Assine Vitor Vieira Jornalismo
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Luiz Dulci defende ONGs e ataca “setores da direita”
O secretário-geral da Presidência, Luiz Dulci, defendeu as ONGs nesta quinta-feira, na 13ª Conferência Nacional da Saúde. Além disso, ele atacou "setores da direita e conservadores, que conspiram através de um combate político contra a participação dos movimentos sociais na formulação de políticas públicas". Na reunião, o ex-chefe de gabinete do assassinado prefeito de Santo André, Celso Daniel, condenou a tendência de criminalização a priori de entidades sociais como ONGs, sem que elas recebam respeito. "Nunca se deve deixar de levar em conta o papel do terceiro setor em todo o mundo na sua contribuição fundamental para a execução das políticas sociais", disse Dulci, para quem a sociedade tem que se envolver nas decisões de governo e na execução dessas políticas para que elas tenham sucesso. Segundo ele, os movimentos sociais no Brasil "foram pioneiros na participação social, para assegurar aos cidadãos a garantia de muitos dos seus direitos". E alertou que a disputa por essa participação "é bastante dura e é preciso ver o que está por trás disso". O ministro disse que os aperfeiçoamentos que o Sistema Único de Saúde (SUS) recebeu até agora se devem à participação popular. Segundo ele, nos últimos cinco anos foram realizadas 48 conferências sobre políticas públicas de âmbito federal, com a participação de Estados e municípios, e que mais de dois milhões de pessoas participaram desses encontros. Dulci destacou que está prevista para o próximo ano a realização da Conferência Nacional da Juventude e da 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Todos esses eventos, segundo ele, visam a consolidar a prática de um sistema de participação social nos atos de governo. A primeira, a da Juventude, é de domínio do PCdoB e visa a criar tropa de choque; a segunda, a de Comunicação, visa estabelecer a censura à imprensa no País. Esta conferência adotou o "13" em sua propaganda, em uma descarada vinculação do governo e das políticas públicas ao PT, com recursos publicitários tirados do Erário Nacional. E ainda vincula com a propagando do partido que foi veiculada recentemente em rede nacional de televisão.
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