O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse nesta quinta-feira ser favorável que a legislação brasileira permita um aumento da participação de empresas estrangeiras em companhias aéreas brasileiras. Jobim também defendeu um aumento de competitividade no setor de aviação comercial, mas mostrou ressalvas à abertura do espaço aéreo nacional às companhias estrangeiras. O ministro lembrou que o Congresso já discute permitir um aumento da participação de empresas estrangeiras no capital das empresas brasileiras, de 20% para 49%. Nesta semana Jobim também defendeu a fusão de pequenas companhias aéreas brasileiras para elevar o nível de concorrência do setor. E afirmou que seria ideal ter quatro ou cinco grandes empresas nacionais em competição pelo mercado. As companhias TAM e Gol detém 46,56% e 42,22%, respectivamente, de participação no mercado doméstico de aviação civil. A Varig, controlada pela Gol, fechou outubro com 2,73% de participação nos vôos domésticos. Nelson Jobim disse ser contrário à abertura dos céus brasileiros para companhias estrangeiras. Segundo ele, conceder a liberdade para essas empresas poderem operar vôos dentro do País é prejudicial para as empresas brasileiras. “A abertura do céu brasileiro às companhias estrangeiras pode levar à quebra das empresas brasileiras", afirmou Jobim, ao final da IV Conferência do Forte de Copacabana, realizada no Rio de Janeiro. Jobim usou como referência os Estados Unidos, o maior mercado do mundo da aviação comercial, que não adotou a liberdade de mercado. Assine Vitor Vieira Jornalismo
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Jobim defende maior participação de estrangeiros em aviação brasileira, não a abertura do mercado
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse nesta quinta-feira ser favorável que a legislação brasileira permita um aumento da participação de empresas estrangeiras em companhias aéreas brasileiras. Jobim também defendeu um aumento de competitividade no setor de aviação comercial, mas mostrou ressalvas à abertura do espaço aéreo nacional às companhias estrangeiras. O ministro lembrou que o Congresso já discute permitir um aumento da participação de empresas estrangeiras no capital das empresas brasileiras, de 20% para 49%. Nesta semana Jobim também defendeu a fusão de pequenas companhias aéreas brasileiras para elevar o nível de concorrência do setor. E afirmou que seria ideal ter quatro ou cinco grandes empresas nacionais em competição pelo mercado. As companhias TAM e Gol detém 46,56% e 42,22%, respectivamente, de participação no mercado doméstico de aviação civil. A Varig, controlada pela Gol, fechou outubro com 2,73% de participação nos vôos domésticos. Nelson Jobim disse ser contrário à abertura dos céus brasileiros para companhias estrangeiras. Segundo ele, conceder a liberdade para essas empresas poderem operar vôos dentro do País é prejudicial para as empresas brasileiras. “A abertura do céu brasileiro às companhias estrangeiras pode levar à quebra das empresas brasileiras", afirmou Jobim, ao final da IV Conferência do Forte de Copacabana, realizada no Rio de Janeiro. Jobim usou como referência os Estados Unidos, o maior mercado do mundo da aviação comercial, que não adotou a liberdade de mercado.
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