Assine Vitor Vieira Jornalismo

domingo, 5 de março de 2023

CNBB, sindicato comunista da Igreja Católica, prega boicote a empresas de vinhos



Na semana passada, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pediu às igrejas que não celebrem missas com vinhos produzidos por empresas que supostamente estariam promovendo o trabalho escravo. Assinado por Dom Joel Portella Amado, bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, uma nota disse que os templos são responsáveis por “zelar pelo vinho canônico” e impedir “qualquer tipo de trabalho em condições que ferem o respeito pela dignidade humana”. “No Brasil, existem diversas vinícolas que oferecem vinho canônico”, observou a CNBB. “Desse modo, é recomendável que se busquem, para a celebração da missa, vinhos de proveniência sobre as quais não existam dúvidas a respeito dos critérios éticos na sua produção.”

A CNBB é um verdadeiro sindicato comunista da Igreja Católica no Brasil. O comunicado da CNBB foi emitido em meio às falsas acusações contra vinícolas do Rio Grande do Sul veiculadas pela grande mídia e por sites de esquerda. As companhias são acusadas de submeterem seus funcionários a trabalho escravo no processo de produção da bebida. No entanto, as vinícolas desconheciam a situação envolvendo uma empresa terceirizada que prestava serviço às marcas de vinho e foi denunciada pela prática criminosa contra os funcionários. Esses padrecos vermelhos viram as costas para os fieis, a imensa maioria dos colonos que plantam videiras no Rio Grande do Sul são descendentes de imigrantes italianos fervorosamente católicos. Não há "linha" na Serra gaúcha que não tenha sua igreja. A CNBB não é órgão da Igreja Católica e não tem autoridade que dizer o que deve ocorrer durante os ritos católicos, como a missa. 

Nenhum comentário: