
A Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) avalia que a liberação para cultivo comercial de trigo geneticamente modificado (OGM) no País pode permitir expansão da área plantada com o cereal. “Teremos um trigo mais resistente à seca. Com isso, o produtor pode ganhar novas áreas de cultivo, o Brasil ampliar o volume colhido e, consequentemente, em dois a quatro anos o País poderá ser autossuficiente na produção do cereal e aumentar suas exportações, se tivermos boas safras”, disse o presidente executivo da Abimapi, Claudio Zanão.
Até então, estava autorizado, desde novembro de 2021, somente a comercialização e importação da farinha proveniente do trigo transgênico no País. Com a decisão, a CTNbio considera que o cereal transgênico não apresenta risco à saúde humana ou ambiental. A variedade HB4 apresenta maior tolerância a estresse ambiental, especialmente em regiões com restrição hídrica, caso do Cerrado brasileiro.
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