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terça-feira, 14 de fevereiro de 2023
STF livra a cara de outro elemento do Instituto Lula e do petista Paulo Okamoto.
Como o STF já decidiu que os julgamentos da Lava Jato devem recomeçar em outras instâncias que não sejam as de Curitiba ou de Brasília, anulando o andamento dos processos, mas não anulando as investigações da Polícia Federal e as denúncias do Ministério Público Federal, o ministro Ricardo Lewandowski determinou, na última sexta-feira, a suspensão de uma ação penal contra Paulo Okamotto, um dos diretores do Instituto Lula. A decisão se estende a outros corréus, dentre eles o ex-ministro da Fazenda, o trotskista Antonio Palocci. A ação tramitava na 10ª Vara Federal Criminal de Brasília e envolvia propinas pagas pela construtora Odebrecht ao instituto. A defesa de Okamotto pedia a extensão de uma decisão que havia suspendido a ação penal sobre o caso com relação a outros investigados.
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