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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

 

Comitiva de deputados e senadores da oposição visitam os mais de 1 mil presos políticos de Brasília

Milhares de presos políticos foram enfiados num campo de concentração. Foi no dia 9/1/

Um grupo de parlamentares da oposição liderado pelo líder da oposição no Senado, Rogério Marinho, este ontem no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para verificar a situação de 610 homens presos depois das manifestações de 8 de janeiro.

O editor falou com o deputado federal Ubiratan Sanderson, que esta semana esteve com as 492 presas políticas da Colméia.

No total, são 1,102 presos políticos presos em Brasília.

Em nota divulgada, os parlamentares disseram que a penitenciária tem capacidade limitada para atender a grande quantidade de presos, que cresceu mais de 60% a partir de 9 de janeiro, com as prisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro. Entre 8 e 12 de janeiro, a população da penitenciária aumentou de 1 mil para 1,6 mil em decorrência de prisões relacionadas aos atos de ataque às sedes dos Três Poderes”, contabilizaram, na nota.


Comitiva parlamentar exige garantia dos direitos humanos dos 1102 presos políticos de Brasília

Os deputados e senadores que visitaram, ontem, os presos políticos de Brasilia, informam que a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal já solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a transferência de presos para seus Estados de origem — apenas 30 teriam residência em Brasília. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Distrito Federal já solicitou, por duas vezes, em 1º e 9 de fevereiro, a transferência de presos dos presídios do DF para os respectivos estados. A comitiva vai até a presidente do STF, Rosa Weber, exigir pronta solução e celeridade nos processos.

A comitiva de parlamentares também visitou o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, para quem pediram apoio para a “celeridade no cumprimento do devido processo legal, na individualização de condutas e na garantia dos direitos humanos dos presos, assegurando a transferência para os Estados de residência ou a liberação para aguardar o julgamento em liberdade, quando possível”. Segundo a nota, a OAB informou que já está adotando essas providências.

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