
Neste sábado (28), a Procuradoria-Geral da República respondeu a solicitação do Supremo Tribunal Federal (STF) e deu um parecer contrário à suspensão da posse de 11 deputados suspeitos de envolvimento com os atos do dia 8 de janeiro. Uma ação movida pelo grupo de advogados Prerrogativas, formado por advogados ligados à esquerda, apresentou uma medida cautelar para suspender a diplomação dos deputados: Luiz Ovando (PP-MS); Marcos Pollon (PL-MS); Rodolfo Nogueira (PL-MS); João Henrique Catan (PL-MS); Rafael Tavares (PRTB-MS); Carlos Jordy (PL-RJ); Silvia Waiãpi (PL-AP); André Fernandes (PL-CE); Nikolas Ferreira (PL-MG); Sargento Rodrigues (PL-MG); e Walber Virgolino (PL-PB).
Esses advogados do Grupo Prerrogativas são especialistas na defesa de corruptos envolvidos nos processos do Mensalão do PT e do Petrolão, na sua grande maioria. Quase todos ficaram milionários com esse tipo de advocacia. O subprocurador-geral da República, Carlos Frederico Santos, defende o arquivamento do pedido.
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