Assine Vitor Vieira Jornalismo

quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Cidadania, partido do comunista Roberto Freire, diz em nota oficial que apoiará governo do ex-presidiário Lula


O Cidadania divulgou, em nota, que o Diretório Nacional decidiu, por ampla maioria, pelo apoio ao governo do ex-presidiário Lula (PT). O texto destaca que a legenda “já apoiava a transição, inclusive com a indicação de integrantes para diversos grupos temáticos, como Direitos Humanos, Meio Ambiente, Mulheres, Trabalho e Turismo, e participava do Conselho Político com a senadora Eliziane Gama (MA)”. O "proprietário" do Cidadania é o comunista tradicional Roberto Freire. O Cidadania é sucessor do antigo PCB - Partido Comunista Brasileiro, do qual o comunista Roberto Freire foi o último presidente. Os comunistas sempre consideraram o crime uma arma revolucionária, como escreveram explícitamente Lênin e o comunista alemão Herbert Marcuse. 

Diz a nota do comunista Roberto Freire: "Foi levado em consideração a “necessidade de reproduzir a frente ampla”, aos moldes da união que elegeu o novo presidente, principalmente devido aos ataques terroristas que aconteceram em Brasília". A nota espelha a canalhice histórica dos comunistas, como ficou amplamente documentado em "O Livro Negro do Comunismo", escrito e coordenado pelo esquerdista francês Stephane Courtois, da Universidade Sorbonne. Esse livro é abominado pelos comunistas no mundo inteiro, que fazem o maior silêncio sobre ele, porque reuniu a maior documentação existente sobre os abomináveis crimes cometidos pelo comunismo e comunistas, resultando no assassinato de mais de 100 milhões de pessoas, no maior genocídio na história da humanidade. Isso são comunistas. Videversus recomenda a leitura desse livro, que está disponível em formato PDF na Internet. 

“O Diretório Nacional do Cidadania avaliou que as presenças de Marina Silva e Simone Tebet no Ministério indicam a formação de um governo com caráter de ampla coalizão, que deverá ser sustentando em um projeto de união nacional que permita o reabastecimento da normalidade democrática, principal preocupação do partido”, continua a nota. “Nesse sentido, seguindo as diretrizes do programa partidário, a bancada do Cidadania na Câmara decidiu que irá atuar no Congresso Nacional a favor das reformas estruturais, da responsabilidade fiscal como base para o desenvolvimento e o combate à pobreza, à fome e às desigualdades sociais, da sustentabilidade como condição de crescimento econômico e da democracia, como valor universal”, antecipa.

O comunicado aponta que o partido decidiu realizar um balanço das eleições e resultados da federação com o PSDB e que irá aprofundar os debates sobre a entrada de outras legendas no grupo.

O Cidadania do Paraná também divulgou uma nota expulsando envolvidos do partido nas manifestações do dia 8 de janeiro, em Brasilia. Segundo o texto, dois filiados foram presos: Daniel Luciano Bressan e Vicente Cavalini Filho, dos municípios de Jussara e Doutor Camargo, respectivamente. Ainda de acordo com a legenda, a Comissão Executiva Estadual, com o parecer favorável do Conselho de Ética, decidiu pela expulsão imediata e informou que os diretórios do Cidadania nos municípios dos envolvidos foram dissolvidos em 2022.

Os comunistas do PCB, de Roberto Freire, sempre foram indignos, a começar pelo maior traidor nacional de todos os tempos, o famigerado Luis Carlos Prestes. Essa indignidade ficou expressa no caso de Elza Fernandes, codinome da jovem Elvira Cupello Colônio, de 18 anos, amante de dirigente nacional do PCB, que foi executada por decisão do comitê central do partido, ditada pelo super canalha Luis Carlos Prestes. Ela não teve a mínima chance de se defender. 

Elza foi assassinada aos 18 anos logo após preparar um café para aqueles que acreditava serem seus amigos, numa casa do Rio de Janeiro. Essa história está relada no livro "Elza, a garota", de Sérgio Rodrigues, lançado em 2008. “A esquerda apagou a história de Elza de forma deliberada e consciente, para ocultar um crime que a deixava mal”, afirma ele.

Ainda adolescente, Elza entrou para o Partido Comunista não graças às suas convicções políticas, mas movida pelo coração. Elvira acompanhava as reuniões de seu irmão, Luiz, com seus amigos em Sorocaba, no interior de São Paulo. Admirava o linguajar rebuscado e as colocações dos jovens amigos de seu irmão, em especial de Antonio Maciel Bonfim, que se tornaria o Secretário-Geral do Partido Comunista no Brasil, sob o codinome Miranda. Jovem e apaixonada, aos 16 anos Elza assumiu nova identidade e foi ao Rio de Janeiro morar com seu “crush”, onde passou a militar para o partido do super traidor nacional infame Luiz Carlos Prestes. 

Ao contrário de outros membros do PCB, Elza não era letrada. Analfabeta, acabou se envolvendo com os comunistas pela paixão que aqueles discursos causavam nela. Conhecia o posicionamento da esquerda pelo que lhe contavam. Elza Fernandes foi morar com o amante no Rio de Janeiro em 1934. Trabalhava com afinco no "Partidão", como era chamado o PCB, uma grande mentira, porque nunca foi um partido grande. Com o recrudescimento da perseguição do governo de Getúlio Vargas aos membros do partido que participaram da Intentona Comunista — movimento armado que tentou promover um golpe para destituir Vargas da presidência — as coisas mudaram para a jovem. Entre os perseguidos estavam as pessoas próximas à Prestes, incluindo Elza. Nessa época, as comunicações entre os membros da esquerda eram feitas por meio de cartas. Elza, por muitas vezes, era usada para entregar as comunicações pela cidade. Porém, com suas limitações de leitura, ela sabia apenas o que lhe era repassado oralmente. 

O grupo permaneceu em clandestinidade até que em 1936 houve uma delação indicando onde o grupo se escondia e como se comunicava. Os membros foram levados à prisão para depor; alguns apanharam. Elza também foi presa, mas a polícia notou que pouco sabia, e apenas entregava as cartas, desconhecendo o conteúdo. Foi liberada e ainda pôde visitar Miranda, que estava preso, por duas vezes. 

A cúpula do partido comunista, incluindo o infame traidor Prestes, passou a suspeitar de Elza, pois a garota entregava os recados e era quieta. Em sua segunda visita à Miranda, este lhe entregou um bilhete em que pedia que os amigos cuidassem de Elza. O bilhete levantou ainda mais a suspeita de que Elza fosse a delatora infiltrada, e que o bilhete teria sido escrito pela polícia para entregar o resto do grupo. Acreditavam que a sua ingenuidade seria estratégia, e teria sido presa apenas como disfarce.

Com a desculpa de que era para sua própria proteção, Elza foi levada para um esconderijo na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em uma casa de um dos membros do PCB. Na casa, passou pelo infame “Tribunal Vermelho”, após ser investigada por membros do Partido Comunista e da Komintern (Internacional Comunista, organização internacional formada pelos partidos comunistas, e que na época estava sob o comando de Stalin). Nos interrogatórios, Elza sempre negou ter entregado os amigos, e mesmo gerando dúvidas entre seus interrogadores, a ordem que veio de Prestes foi expressa: execução. 

Elza ficou alguns dias no esconderijo, até que uma reunião foi convocada no local e disseram para ela que tudo não passara de mal entendido. Pediram que fizesse um café. Quando Elza retornou para servi-los, foi prontamente sufocada e morta. Seu corpo foi escondido no quintal da casa.

Em 1940, o grande canalha e traidor Luiz Carlos Prestes foi formalmente acusado e julgado pela morte de Elza. O corpo foi exumado, e uma ampla investigação foi feita pela justiça. Prestes foi julgado culpado e condenado à 30 anos de prisão, mas foi anistiado em 1946, perpetuando a injustiça. A comunista alemã Olga Benário, enviada ao Brasil por Stalin para chefiar a segurança pessoal do grande canalha traidor Luiz Carlos Prestes, viveu no mesmo período. Enquanto a história e o nome de Elza eram convenientemente apagados pelos comunistas nacionais e internacionais, a história da Olga Benário ganhou grande projeção internacional, embora não tenha sido suficiente para livrá-la da execução nas mãos da Gestapo, para a qual havia sido entregue pela ditadura de Getúlio Vargas. Mas assim foi possível livrar sua filha, nascida na cadeia alemã. 

Por isso soa como o maior cinismo o final da nota do Cidadania, do eterno proprietário, o rei dos sabujos comunistas, Roberto Freire, que diz: "Os atos graves e inaceitáveis cometidos por Daniel e Vicente devem ser punidos com o rigor da lei. Nós, do Cidadania23, jamais vamos aceitar qualquer manifestação que atente contra o Estado Democrático de Direito e estaremos sempre na defesa das instituições democráticas e dos Poderes da República”, informa o texto, assinado pelo presidente do partido no Paraná, Rubens Bueno, e pelo secretário-geral Douglas Fabrício.

Nenhum comentário: