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sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

Escândalo do Twitter esquerdista - Revelado que funcionários da rede social tinham "lista negra" de contas

Mais um capítulo da série de revelações da caixa preta do Twitter, escândalo conhecido como Twitter Files, se desenrolou nesta quinta-feira (8). Investigação divulgada pela jornalista Bari Weiss em seu perfil mostra que funcionários da plataforma mantém uma “lista negra” de contas. Eles restringiam o alcance dos tuítes dessas contas por meio de escolhas absolutamente arbitrárias. Ou seja, exerciam censura totalitária, eliminando o direito de manifestação das pessoas. “Uma nova investigação #TwitterFiles revela que equipes de funcionários do Twitter constroem listas negras, evitam que tweets desfavorecidos se tornem tendências e limitam ativamente a visibilidade de contas inteiras ou até mesmo tópicos de tendências – tudo em segredo, sem informar os usuários”, afirmou Bari Weiss.

“O Twitter já teve a missão de ‘dar a todos o poder de criar e compartilhar idéias e informações instantaneamente, sem barreiras’. Ao longo do caminho, no entanto, barreiras foram erguidas”, acrescentou. Segundo a jornalista, com base em “múltiplas fontes de alto nível”, essa prática de restrição de alcance de tuítes era chamada por funcionários e executivos do Twitter como “filtragem de visibilidade” (Visibility Filtering). Além de restringir o alcance de tuítes, a "filtragem de visibilidade" também permite bloquear pesquisas de usuários individuais e impedir que postagens de usuários selecionados apareçam na página de tendências. “Tudo sem o conhecimento dos usuários”, disse Bari Weiss. O novo proprietário do Twitter, Elon Musk, Musk compartilhou as publicações da jornalista e comemorou a revelação em um tuíte: “Twitter Files, Parte Dois”, deixando claro que endossa o teor das revelações que estão sendo feitas. Ou seja, ele está promovendo uma revolução no Twitter, livrando-se do "lixo progressista" de viés totalitário. 

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