
A agência classificadora Austin Rating informou que o Brasil tem a sexta menor inflação em 2022, num grupo de 22 integrantes do G20. O número é menor que o verificado em grandes potências mundiais, como Estados Unidos, França, Alemanha e Reino Unido. Nos últimos 12 meses, o índice brasileiro oficial de preços acumulou uma alta de 5,9%. O resultado é abaixo dos 6,8% observados no ano anterior, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira, 9, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Brasil registrou deflação — queda de preços — por três meses seguidos, o que ajudou a segurar a alta do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país. Em julho, a taxa no acumulado do ano era de 5,5%. Recuou para pouco mais 4%, depois da sequência de resultados negativos. O cenário favorável do Brasil, em relação a países desenvolvidos, surge em meio a recordes de inflação na União Europeia. Os efeitos da crise levaram os economistas a preverem que a Zona do Euro entrará em recessão neste ano, enquanto as empresas têm mostrado sinais de pessimismo sobre as perspectivas.
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