A reunião entre o ministro Alexandre de Moraes, xerife supremo do TSE, e os comandantes das PMs de todos os Estados, foi agendada sem comunicação alguma aos chefes aos quais estão subordinados, no caso os governadores. O convite foi retransmitido aos coronéis pelo cel. Paulo Coutinho, que recomenda o comparecimento com fardamento social. A. de Moraes pediu a reunião no dia 8, quando já tinham começado os protestos de rua e ele tinha ordenado que fossem dissolvidos até mesmo pela força bruta, ordem que não foi cumprida até agora.
Diz a lei: - .art. § 6º As polícias militares e os corpos de bombeiros militares, forças auxiliares e reserva do Exército subordinam-se, juntamente com as polícias civis e as polícias penais estaduais e distrital, aos Governadores dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 104, de 2019).
O comandante da PM do Paraná já avisou que não irá. O comandante da Brigada Militar, do Rio Grande do Sul, ainda não confirmou, mas o governador Ranolfo Vieira Júnior, um policial notório sabujo das autoridades superiores, quer que ele vá. Outros comandantes relutam, como o de São Paulo, que é a maior força policial-militar do Brasil. O comandante geral da Polícia Militar de Santa Catarina também já avisou que não comparecerá ao encontro.

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