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sábado, 26 de novembro de 2022

Oposição e ditadura da Venezuela assinam acordo para criação de fundo de assistência social com apoio americano

A ditadura do comuno bolivariano e narcotraficante de Nicolás Maduro e a oposição venezuelana assinaram um acordo que prevê a criação de um fundo, que será gerido pela ONU, para enfrentar a gigantesca crise social que abala o país. Os termos do acordo parcial, assinado na Cidade do México, foram anunciados pelo chefe da equipe de facilitação norueguesa, Dag Nylander, afirmando que o acordo permitirá obter avanços importantes para a proteção dos venezuelanos.

Isso tudo é pura hipocrisia de governos globalistas ocidentais. No momento em que acontece uma crise energética mundial, devido à pandemia de covid 19 e à guerra da Ucrânia, essas nações vagabundas tratam de flexibiizar as sanções contra a ditadura comuno narcotraficante para ter acesso ao petróleo da Venezuela. assim deconhecendo os termos do Acordo de Paris, uma farsa ambientaleira, para reduzir os preços internacionais do petróleo e produzir redução de inflação em suas economias. 

Dag Nylander disse que o fundo social será financiado com recursos congelados do Estado venezuelano no sistema financeiro internacional, que serão usados ​​para apoiar programas de saúde, alimentação e educação para os setores pobres, duramente atingidos pela crise, bem como para melhorar o deteriorado sistema elétrico público e atender as famílias atingidas pelas fortes chuvas ocorridas neste segundo semestre. Nenhum vagabundo desses globalistas falou em ressarcimento de países como o Brasil, que estão acolhendo dezenas de milhares de refugiados em fuga da ditadura venezuelana miserabilizante. 

O governo do democrata socialista americano saudou na maior hipocrisia o acordo de "proteção social" alcançado no sábado no México entre o governo venezuelano e a oposição, que permitiu o alívio imediato das sanções impostas por Washington a Caracas. "Juntamo-nos à comunidade internacional para dar as boas-vindas ao reinício das negociações" entre as duas partes, após quase um ano e meio de paralisação, disse uma fonte sênior do governo dos Estados Unidos sobre as negociações relançadas no México. O preço disso será também a abertura das fronteiras americanas para a entrada da cocaína enviada por quadrilhas formadas por militares venezuelanos. 

O informante destacou que o acordo representa "passos importantes na direção certa" na Venezuela, que recebeu alívio das sanções minutos depois com a autorização de Washington para que a Chevron retomasse parcialmente suas atividades de extração de petróleo no país caribenho. Ou seja, aí está, o negócio todo se resume a fornecimento de petróleo para ajudar a resolver a crise energética dessas economias globalistas. 

Segundo o Departamento do Tesouro, a Chevron pode retomar parcialmente as atividades da empresa da qual é co-proprietária na Venezuela com a estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), se garantir que "a PDVSA não recebe nenhuma receita com as vendas de petróleo feitas pela Chevron". Essa suspensão parcial das disposições punitivas "reflete a política de longo prazo dos Estad0s Unidos que visa suspender as sanções sujeitas a progressos concretos" que diminuirão o sofrimento do povo venezuelano e permitirão "apoiar o retorno da democracia" à Venezuela, disse o Tesouro.

O Departamento de Estado, por sua vez, especificou que as demais sanções continuam em vigor e que os Estados Unidos continuarão a aplicá-las "vigorosamente". O pacto governo-oposição liberaria recursos venezuelanos bloqueados no exterior, segundo o governo, sem especificar onde estão esses recursos ou seu valor. Tudo mentira, um ditador troglodita latino-americano dobrou o gigante americano.

Opositor feroz de um relaxamento da pressão contra Caracas, o influente senador democrata Bob Menéndez, presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, estimou que o acordo deste sábado é "um passo urgente e necessário para enfrentar a miséria e o sofrimento do povo venezuelano". .É um sabuho hipócrita. Ele acrescentou, no entanto, que "não tem ilusões" sobre a "vontade repentina" do ditador venezuelano, Nicolás Maduro, de agir "no melhor interesse de seu povo" e que se ele busca usar as negociações "para ganhar tempo" e " consolidar ainda mais sua ditadura criminosa, os Estados Unidos e seus parceiros internacionais devem retornar com força total às sanções."

Também o senador Rick Scott, do Partido Republicano, enfatizou que "não há cenário em que os Estados Unidos devam negociar com bandidos como Maduro e seu regime vil". A Venezuela está sob sanções dos Estados Unidos e da Europa que visam promover a saída de Maduro do poder, mas ao mesmo tempo agravar a crise econômica que atinge o país sem alcançar os resultados desejados. Maduro e Washington tiveram contatos diretos após a invasão russa da Ucrânia e seu impacto nos preços do petróleo. 

O governo americano admitiu publicamente que o petróleo venezuelano pode ser útil num mercado internacional com preços elevados e num contexto de forte inflação nos Estados Unidos devido, em grande medida, ao aumento dos preços da gasolina. Esse acordo patrocinado pelo governo democrata socialista americano é mais uma demonstração de hostilidade dessa administração contra o Brasil, porque fortalece a Venezuela comunista, que usará seu recursos para reforçar a militarização, com equipamentos e materiais russos, chineses e iranianos, tendo agora a complascência do governo protocomunista petista no Brasil, que promoverá uma grande traição aos interesses e à soberania brasileira. 

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