“Eles estão tentando destruir a liberdade de expressão na América”, publicou Musk, em referência aos ativistas. “Fizemos tudo o que pudemos para apaziguar os ativistas, embora nada tenha mudado com a moderação de conteúdo”, continuou. O resultado divulgado em julho revelou que o Twitter registrou uma queda na receita, indicando o enfraquecimento do mercado de publicidade digital e o aumento da inflação. Atualmente, as vendas de anúncios representaram mais de 90% da receita do Twitter no segundo trimestre. Musk ainda postou uma enquete na sua página. Ele perguntou aos usuários se os anunciantes devem apoiar a “liberdade de expressão” ou o “politicamente correto”. Até o começo da tarde quase 3 milhões de usuários já tinham votado.
O Twitter começou nesta sexta-feira, 4, a demitir os funcionários da plataforma. Ainda na madrugada, parte dos 150 funcionários da subsidiária brasileira teve seus computadores de trabalho bloqueados. Os colaboradores receberam um e-mail em suas contas pessoais informando que seus cargos não eram mais necessários. Ontem, o Twitter deu sinais aos funcionários de todo o mundo de que uma parte da equipe seria demitida. As pessoas saberiam se ficariam ou não na empresa se recebessem uma mensagem em suas contas de e-mail pessoais. Elon Musk pretende demitir 3,7 mil funcionários. O número representa metade da força de trabalho da companhia.

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