O folheto apócrifo foi usado pela campanha dias depois de reclamação de Eduardo Leite, segundo a qual Onyx Lorenzoni declarou que com a sua eleição o Rio Grande do Sul teria um governador e uma primeira-dama de verdade e que ele considerou de conteúdo homofóbico. No pedido de abertura de inquérito policial, o deputado Onyx Lorenzoni listou também o jornalista Guilherme Amado (Metrópole) e o advogado Bruno Menezes, além do ex-reitor da Ufpel, Pedro Hallal, porque todos repercutiram simultaneamente as acusações. Não foram apenas eles, como se percebe nas provas entregues à Polícia Federal. Outros jornalistas, como Rosane Oliveira, da empresa petista RBS, também acusaram Onyx Lorenzoni
O petralhismo gaúcho é useiro e vezeiro na produção de materiais apócrifos difamadores de adversários que pretende derrubar em campanha eleitoral. Os petralhas, associados com marquetagem emedebista, lançou panfletos ordinários que atacaram a honra da ex-senadora Ana Amélia Lemos, quando ela concorria ao governo do Rio Grande do Sul e liderava a campanha. O peremptório petista Tarso Genro desgovernava o Rio Grande do Sul e pretendia se manter no governo. Ana Amélia Lemos se mostrou abalada com os ataques e despencou eleitoralmente. A dose de "desconstrução do adversário" usada pelo petralhismo foi excessiva e o emedebista José Ivo Sartori, muito incompetente e inapetente, acabou ganhando a eleição. Agora o esquema é repetido, só que desta vez com a união umbilical de petistas, marquetagem emedebista e tucanos. Todos os matizes de socialismo, do comunismo do petismo ao socialismo cor de rosa de emebebistas e tucanos, juntaram-se para tentar impedir a ascensão de uma candidatura conservadora.
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