As principais demandas do setor estão relacionadas à escassez de combustível, ao aumento dos preços do diesel e às restrições às importações. Além dessas queixas, há reivindicações como a limitação dos gastos públicos e a redução das taxas de exportação. O protesto contra o presidente da Argentina, boneco de ventríloquo da muito ladra vice-presidente Cristina Kirchner, ocorre em meio a um forte aumento dos preços internacionais das commodities desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, que favorece os agroexportadores da Argentina, um dos maiores produtores e exportadores de grãos e derivados.
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quarta-feira, 13 de julho de 2022
Produtores rurais protestam contra o presidente da Argentina, o peronista Alberto Fernandez, que leva o país à falência
Milhares de produtores rurais iniciaram um protesto contra o presidente da Argentina, o gardelão peronista Alberto Fernández, nesta quarta-feira, 13, em virtude das políticas econômicas do governo esquerdopata, que incluem taxação às exportações agrícolas. As manifestações são encabeçadas pelo grupo Mesa de Enlace, composto de quatro grandes associações do agronegócio do país. Os atos incluem suspender o comércio de grãos e gado por 24 horas, além de pressão nas Assembleias Legislativas espalhadas pelo país.
As principais demandas do setor estão relacionadas à escassez de combustível, ao aumento dos preços do diesel e às restrições às importações. Além dessas queixas, há reivindicações como a limitação dos gastos públicos e a redução das taxas de exportação. O protesto contra o presidente da Argentina, boneco de ventríloquo da muito ladra vice-presidente Cristina Kirchner, ocorre em meio a um forte aumento dos preços internacionais das commodities desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, que favorece os agroexportadores da Argentina, um dos maiores produtores e exportadores de grãos e derivados.
As principais demandas do setor estão relacionadas à escassez de combustível, ao aumento dos preços do diesel e às restrições às importações. Além dessas queixas, há reivindicações como a limitação dos gastos públicos e a redução das taxas de exportação. O protesto contra o presidente da Argentina, boneco de ventríloquo da muito ladra vice-presidente Cristina Kirchner, ocorre em meio a um forte aumento dos preços internacionais das commodities desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, que favorece os agroexportadores da Argentina, um dos maiores produtores e exportadores de grãos e derivados.
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Vitor Vieira Jornalismo
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