“Segundo o TSE, os hackers ficaram por oito meses dentro do computador do TSE, com código-fonte, senhas — muito à vontade dentro do TSE”, observou Bolsonaro, na reunião: “A Polícia Federal informou, ao longo do inquérito, que eles poderiam alterar nome de candidatos, tirar voto de um e mandar para o outro".
No despacho de hoje, o esquerdóide Fachin menciona “questões processuais” sobre a viabilidade, ou não, desse tipo de ação se debruçar sobre abuso de “poder político neste momento”, antes do registro de candidatura, e solicita a manifestação de todas as partes envolvidas no pedido, além de Bolsonaro. As siglas de esquerda sustentam que as falas do presidente no encontro com embaixadores “têm capacidade de ocasionar uma espécie de efervescência nos seus apoiadores e na população em geral, ainda mais quando o conteúdo é difundido através de redes sociais, que possuem um alto alcance”.

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