Ao aderir ao TIMMS, o Brasil se junta a outros 60 países que também aplicam a avaliação nas áreas de matemática e ciências. “Naquela máxima de não gerimos o que não medimos, temos feito importantes avanços para colocar o Brasil nas grandes avaliações internacionais”, disse o ministro durante a cerimônia de adesão ao exame.“Participaremos desta 8ª edição ano que vem, para avaliar e compreender melhor a educação do Brasil e para vermos como nos posicionamos em relação aos demais países. Não só avaliaremos o percurso acadêmico e profissional dos estudantes, mas o próprio desenvolvimento sociocognitivo”, disse. De acordo com o ministro, “serão resultados úteis para governo, escolas e professores que ajudarão na recuperação das aprendizagens perdidas durante o processo da pandemia”. O exame ocorrerá em ciclos de quatro anos, o que possibilitará uma base de comparação sobre a evolução alcançada pelos estudantes ao longo dessa trajetória.

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