
"O correto seria revogar o mandato do Bolsonaro e me colocar na Presidência. Como já está no fim, eu também não quero no fim. Então, que deixe ser que as eleições sejam democráticas, porque nós vamos ganhar e governar este país", disse o ex-presidiário em entrevista à Rádio Jornal de Pernambuco.
Lula prosseguiu, valendo-se da decisão desse comitê sem capacidade deliberativa, ocupado por esquerdopatas e apoiadores de terrorismo islâmico: "A decisão da ONU mostrou a falácia do que foi o processo contra mim, a decisão de não me deixar ser candidato e a decisão de me prender. Ontem, a ONU deu um chute nisso e mostrou a pouca vergonha que foi feita para evitar que o Lula fosse Presidente da República em 2018".
A determinação da inelegibilidade foi um dos argumentos utilizados na queixa protocolada pela defesa do ex-presidente, em 2016, no fajuto Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas.
Nesta quinta-feira (28), o Comitê esquerdopata concluiu que o ex-juiz Sérgio Moro foi parcial ao julgar os processos contra Lula durante as investigações da Operação Lava Jato. Segundo o relatório, a União tem 180 dias para apresentar à organização internacional as medidas que tomou para cumprir as determinações, que não incluem nenhuma sugestão similar a revogar o mandato de Bolsonaro. Na prática, essa decisão é absolutamente inútil, porque não tem como garantir seu cumprimento.
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