O ministério disse ainda que estes produtos serão comprados "de forma legal pela pasta, dentro do parâmetro de preços praticados no período". A pasta afirmou que há estoque "satisfatório" de seringas em postos de vacinação do País: "Estes insumos, inclusive, podem ser utilizados para dar início à vacinação de forma célere e segura".
As compras destes produtos eram feitas por Estados e municípios, mas o ministério decidiu centralizar a aquisição para atender o aumento de demanda na pandemia. "Vale destacar que a pasta busca oferecer à população brasileira uma vacina o mais cedo possível, sem descuidar da segurança e eficácia, que serão garantidas pela aprovação da Anvisa", disse a nota.

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