Apesar do recuo, o resultado representa alta em relação às 5,15 milhões de toneladas colhidas no ano passado, quando a safra foi amplamente afetada por problemas climáticos, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Com a nova projeção para a produção de 2020, a necessidade de importação do cereal aumentou e poderá chegar a 7 milhões de toneladas, ante 6,7 milhões de toneladas na estimativa anterior da consultoria, disse o analista Jonathan Staudt.
“A Argentina passa por problemas com seca, mas ainda terá cerca de 12 milhões de toneladas em excedente exportável. Ela deve fornecer pelo menos 80% do trigo ao Brasil, mais de 5 milhões de toneladas, até 6 milhões”, disse ele.

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