Os acusados agora são réus por gestão temerária. A denúncia os acusa de má gestão de dinheiro do Postalis em investimentos no Lavoro II, um fundo de investimento de direitos creditícios (FIDC).
Segundo o Ministério Público Federal, houve “descaso e falta de critério” na aprovação de aportes de R$ 50 milhões entre abril e dezembro de 2010 no FIDC. O dinheiro corresponde a 75% das cotas do Lavoro II, e o Conselho Monetário Nacional (CMN) só havia autorizado a compra de até 25% das cotas, segundo os procuradores do caso.
Documentos obtidos pelos procuradores mostram que aos investimentos foram autorizados antes da análise dos relatórios técnicos sobre o assunto, emitidos pelo Conselho Monetário Nacional.
A lista dos réus nesse processo é a seguinte: Adilson Florêncio da Costa; Alexej Predtechensky; João Carlos Penna Esteves; José Carlos Rodrigues Souza; Mônica Cristina Caldeira Neves; Ricardo de Oliveira Azevedo.

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