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segunda-feira, 21 de setembro de 2020

São 12 candidatos em Porto Alegre, todos "esquerdistas", "progressistas", azar dos conservadores, sem representação

A eleição para a prefeitura de Porto Alegre, inevitavelmente, resultará em um prefeito da esquerda, ou do chamado "campo progressista", porque as 12 candidaturas que se apresentaram têm este perfil. 

Todos os candidatos são corporativistas públicos e estatizantes. Ou seja, o eleitorado conservador na capital do Rio Grande do Sul vai continuar órfão de representação política. Pelo quadro desenhado até agora, a divisão dos tempos de propaganda em televisão e no rádio será a seguinte:

Marchezan Júnior, PSDB, 2min10s (candidatura social-democrata, socialismo europeu);

candidatura do MDB, 1min15s (candidatura esquerdista, estatizante, corporativista)

Manuela D'Ávila, PCdoB, 1min15s (candidatura comunista ortodoxa, ultraesquerdista, contra a iniciativa privada, a liberdade, a religão, et...)

Juliana Brizola, PDT, 1min10s (candidatura esquerdista, linha auxiliar do PSOL)

Gustavo Paim, PP, 54s (candidatura "progressista", estatizante, corporativista)

José Fortunati, PTB, 44s (alma comunista, petista, antigo PRC - Partido Revolucionário Comunista) 

Valter Nagelstein,PSD, 43s (alma "trabalhista", sua origem, "progressista")

João Derly, 38s (antigo membro do PCdoB, do campo "progressista")

Fernanda Melchionna, PSOL, 15s (comunista ortodoxa, pela ditadura do proletariado, contra a iniciativa privada, etc....)

Rodrigo Maroni, 13s (ex-namorado da comunista Manuela D'Ávila, ex-militante do PCdoB; hoje fantasiado de defensor dos animais, do campo "progressista")

Montserrat, PV 9s ("progressista" da pauta verde)

Julio Flores PCO,  4s (comunista jurássico)

Luiz Martins Barros, 4s. 

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