Além disso, a 13ª Vara da Justiça Federal na capital paranaense também aceitou denúncia contra Eduardo Autran, então subordinado ao ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, por corrupção passiva e peculato. “A denúncia apresentada pelo MPF é resultado do aprofundamento das investigações relacionadas aos anexos de vários acordos de colaboração celebrados e às provas adicionais produzidas a partir dessas informações”, disse o órgão público, mencionando as delações premiadas de Paulo Roberto Costa e Eduardo Autran.
No período do alegado esquema, Viggo Andersen acertou com a Maersk comissão de 2,5% sobre os valores pagos pela Petrobras pelos afretamentos, repassando metade para uma empresa de Wanderley Gandra, que repassaria propina a Paulo Roberto Costa em troca de informações privilegiadas sobre as demandas de estatal. Já Autran atuou para o recebimento dos valores por Paulo Roberto Costa, afirmam os procuradores, que ainda citam descobertas da estatal em “apuração interna” como fonte de informações.

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