
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao STF para derrubar liminar concedida pelo presidente do STJ, João Otávio de Noronha, que permitiu à muito corrupta Braskem distribuir aos acionistas lucro de R$ 2,67 bilhões obtido em 2018. Essa empresa corrupta foi dirigida pelo executivo muito corrupto e delator Alexandrino Alencar, o qual foi considerado uma espécie de vice-imperador do Rio Grande do Sul, aos pés do qual ajoelhavam-se a classe política gaúcha, empresários, intelectuais e publicitários sabujos. O valor correspondente aos dividendos havia sido bloqueado pela Justiça de Alagoas, para reparar danos causados em imóveis de moradores de três bairros de Maceió onde a petroquímica extraía minério. O bairro inteiro está afundando por causa da ação predadora do grupo Odebrecht.
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