O Brasil é o país onde todo mundo tem a certeza de não morrer de tédio, porque todos os dias surge um sobressalto novo que aparece na mídia esquerdista inteira. Ainda bem que as vigarices não duram mais de um dia. O sobressalto deste sábado foi novamente promovido pelo espião esquerdopata americano Glen Greenwald usando o seu site promotor de conspirações para desestabilizar o governo brasileiro, o Brasil e os brasileiros.
O americano Glenn Greenwald, dono do site The Intercep, publicou neste sábado, 29 de junho de 2019, mais um pacote de gravações de conversas roubadas, hackeadas, de grupos de mensagens de procuradores da Operação Lava Jato, com o objetivo declarado de tentar desmoralizar o então juiz federal Sérgio Moro e atual ministro da Justiça. Não por acaso, estas publicações são feitas na véspera das grandes manifestações de rua convocadas para este domingo, 30 de junho, em todo o Brasil, de apoio a Moro, ao pacote anticrime, à reforma da Previdência e ao governo de Jair Bolsonaro.
Logo em seguida, Glenn Greenwald passou a ser totalmente desmascarado, por causa dos gigantescos erros contidos nas supostas gravações divulgadas, tanto das pessoas quanto de conteúdos. Por exemplo, Glenn Greenwald primeiro atribuiu a nova troca de mensagens ao procurador Ângelo Villela, depois disse que seria Ângelo Augusto Costa. A interlocutora, segundo Glenn Greenwald, era Monique Cheker, a quem o americano atribui lotação na Procuradoria em Osasco – local onde Monique Cheker nunca trabalhou. Mas quem tem lotação original em Osasco? Justamente o procurador Ângelo Villela, retirado da matéria por “erro de edição”. Villela, como é de conhecimento público, e todo mundo tem ainda fresco na memória o fato, foi preso pela Operação Greenfield, do Ministério Público Federal em Brasília,pela venda criminosa de informações privilegiadas à JBS.
Além de só publicar um conjunto de fofocas, que em nada maculariam as atividades dos procuradores da Operação Lava Jato, e tampouco de Sérgio Moro, Glenn Greenwald se expôs de maneira a agora poder ser denunciado pela produção de crime, o de alteração de material apresentado como prova de crime, o que é muito grave, como alertou a jurista Janaína Paschoal, deputada estadual em São Paulo, eleita com a maior votação da história do Brasil. O procurador Deltan Dallagnol afirmou também que os procuradores da força-tarefa “sabem do incômodo causado pela operação a pessoas ricas e poderosas”. E acrescentou: “Não vamos nos acuar diante desses ataques e seguiremos cumprindo nossa função constitucional”.
Ele disse que as mensagens que circulam como sendo de integrantes da Força-Tarefa da Lava Jato já acumulam diversas evidências de adulteração, além de serem produto de um crime cibernético. Os procuradores da Força Tarefa e outros que seriam os autores das mensagens não as reconhecem como autênticas”. Deltan disse também que os ataques contra a Lava Jato “são inócuos porque a operação é sustentada com base em provas e está submetida ao crivo do Poder Judiciário, que já validou o trabalho desempenhado pela Força-Tarefa em diferentes instâncias”.
O ministro Sergio Moro também se manifestou neste sábado sobre os arquivos do Intercept roubados à Lava Jato e disse que a matéria, “se fosse verdadeira, não passaria de supostas fofocas de procuradores”. O que é obviamente verdadeiro. Ele continua: “Houve trocas de nomes e datas pelo próprio site que as publicou, como demonstrado por O Antagonista. Isso só reforça que as mensagens não são autênticas e que são passíveis de adulteração. O que se tem é um balão vazio, cheio de nada. Até quando a honra e a privacidade de agentes da lei vão ser violadas com o propósito de anular condenações e impedir investigações contra corrupção?”
O Intercept atribuiu à procuradora Monique Cheker uma conversa vazada com Angelo Goulart Villela. Assim como Angelo não é Angelo, porém, Monique também não é Monique. A verdadeira Monique Cheker enviou a seguinte nota para O Antagonista, que desmonta mais essa farsa do site pirata: “Sobre a parte em que o The Intercept diz que escrevi: ‘Desde que eu estava no Paraná, em 2008, ele (Sergio Moro) já atuava assim. Alguns colegas do MPF do PR diziam que gostavam da pro atividade dele, que inclusive aprendiam com isso’, esclareço que, conforme pode ser obtido publicamente dos meus assentos funcionais, durante praticamente todo o ano de 2008 eu trabalhei como procuradora de contas do Ministério Publico junto ao TCE do Rio de Janeiro, cargo que assumi em 2006. Nunca tinha ouvido falar do ex-juiz Sergio Moro, muito menos tive contato com alguém do MPF/PR. Tomei posse no MPF em dezembro de 2008, com lotação numa cidade do interior do Paraná. Da posse, seguiu-se logo o curso de ingresso e vitaliciamente em Brasília, e o recesso judicial, e só fui conhecer alguém do MPF/PR que já tinha trabalhado com o ex-juiz Sergio Moro, ou menção a esse nome, tempos depois. Não reconheço os registros remetidos pelo The Intercept, com menção a minha pessoa, mas posso assegurar que possui dados errados e alterações de conteúdo, pelos motivos expostos acima".
Glenn Greenwald é um camarada que tem um longo histórico complicado. Antes de vir para o Brasil, envolveu-se nos Estados Unidos na operação para tornar públicos mundialmente os documentos secretos roubados pelo soldado Bradley Edward Manning, que denunciou violações americanas em operações militares no Iraque e no Afeganistão. Bradley Edward Manning foi preso e processado por acesso e divulgação de informações sigilosas que resultaram no escândalo conhecido como "Cablegate", referindo-se aos telegramas diplomáticos americanos que começaram a ser publicados em novembro de 2010 pelo Wikileaks e cinco grandes jornais.
Sua detenção foi realizada em maio de 2010, enquanto servia às tropas norte-americanas no Iraque. Em 17 de janeiro de 2017, o presidente muçulmano Barack Obama comutou a sentença de Manning para um total de sete anos de confinamento que datam da data da prisão pelas autoridades militares.Com isso, Bradley Edward Manning foi libertado em 17 de maio de 2017. Saiu da cadeia e passou por operação de transformação de sexo, e se tornou em Chelsea Elisabeth Bradley.
É uma pessoa de perfil complicado. Nasceu em 1987, em Oklahoma City, tendo como mãe Susan Fox, do País de Gales, e Brian Manning, dos Estados Unidos, ambos alcoólatras, o que tornou a infância de Bradley em algo não exatamente agradável. A família se mudava com frequência de lugar. Durante anos, Bradley morou na Inglaterra. Ele tinha problemas de comportamento e sofria bullying pois seus colegas o viam como um "garoto efeminado". Após se formar, alistou-se no exército americano e foi designado, em 2008, como analista de inteligência. Trabalhou no Iraque e no Afeganistão. Agentes do Comando de Investigação Criminal do Exército o prenderam com base em informações recebidas de autoridades federais, prestadas por Adrian Lamo, um ex-hacker, que trabalhava como "especialista em segurança" com o Projeto Vigilante, uma instituição de segurança privada que presta serviços para o FBI e a NSA. Em uma conversa com Lamo, bradley Manning contou que havia sido responsável pelo vazamento de um vídeo do ataque de um helicóptero a civis em 12 de julho de 2007, em Bagdá. Posteriormente, Lamo entregou Bradley Manning às autoridades. Semanas depois da prisão, Bradley Manning foi também acusado de vazar mais de 150 mil documentos ao site WikiLeaks. A acusação inicialmente não foi provada mas com a colaboração de Adrian Lamo provas foram introduzidas contra Manning.
No dia 21 de agosto de 2013, Bradley Manning foi condenado a 35 anos de prisão por ter vazado em torno de 700.000 documentos secretos ao site WikiLeaks. Um dia após a condenação, revelou ao mundo que é mulher e que queria passar por tratamento hormonal, e pediu para ser reconhecida dali em diante pelo nome feminino de Chelsea Elisabeth Manning. Um dos aspectos da defesa de Manning foi justamente o seu transtorno de identidade de gênero, seus advogados tentaram provar evidências da luta contra o transtorno.
O julgamento de Bradley Manning aconteceu em 2013, no Fort George G. Meade, Maryland, uma instalação militar que abriga também a NSA e a Escola de Informações do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Bradley Manning teve como grande defensor de seu caso a jornalista americana Alexa O'Brien. E depois a jornalista inglea Sarah Harrison, editora do WikiLeaks.Foi também esta Sarah Harrison que, em 23 de junho de 2013, acompanhou o espião Edward Snowden no vôo de Hong Kong a Moscou, quando Snowden estava sendo procurado pelo governo dos Estados Unidos.
Já Glenn Greenwald foi inicialmente contatado pelo espião Edward Snowden no final de 2012, o qual lhe passou instruções para proteger suas comunicações, tais como criptografia de e-mails. O espião Snowden também contatou a documentarista Laura Poitras em janeiro de 2013, que passou a trabalhar com Greenwald para preparar a publicação das denúncias de espionagem americana por meio da NSA, a National Security Agency. Os primeiros documentos foram publicados em 6 de junho de 2013. No Brasil, o programa Fantástico do dia 8 de Setembro de 2013, baseado em documentos fornecidos pelo espião Edward Snowden para o americano Glen Greenwald, revelou que a NSA espionava a Petrobrás com fins de beneficiar os americanos nas transações com o Brasil.
Isso, evidentemente, é uma tremenda bobagem. Na verdade, a Petrobras era utilizada pelo esquema corrupto do regime petista para promover o tráfico de cocaína. O tráfico sempre foi a forma principal de financiamento de organizações terroristas, como os grupos islâmicos Hamas e Hezbollah, entre outros. Greenwald revelou que além de grandes empresas como a Petrobrás, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi espionada pelo governo americano. É óbvio, ela era ministra das Minas e Energia, depois da Casa Civil, presidiu o Conselho de Administração da Petrobras, a estatal mais utilizada no gigantesco esquema de corrupção do regime petista, cometia crimes nos Estados Unidos, como na compra fraudada da refinaria de Pasadena, então só poderia ser espionada mesmo.
Nessa época, a NSA informou ao FBI, e este à procuradoria italiana, que havia um enorme esquema de tráfico de cocaína do Brasil para a Itália, para o porto de Gioia Taura, que fica na Calábria e pertence à máfia Ndrangheta. Nesta operação atuava uma doleira brasileira residente em Londres, a gaúcha Maria de Fátima Stocker, que operava na outra ponta com os doleiros brasileiros que operacionalizavam os pagamentos de propinas gerados pelos contratos de grandes empreiteiras com a Petrobras. Ou seja, o dinheiro das propinas, desviado criminosamente da Petrobras, servia também para financiar o tráfico de cocaína. Maria de Fátima Stocker foi condenada pela Justiça italiana e cumpre pena em presídio de Roma.
A Procuradoria italiana, que montou o Operação Buon Gustaio, avisou a Polícia Federal, que instalou a Operação Monte Polino. Quem enviou este processo judicial para a Justiça Federal em Santos foi o então juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato. Ou seja, a Operação Monte Polino é derivada da Operação Lava Jato. Os doleiros abriram suas bocarras para entregar os esquemas da Lava Jato porque não queriam ser indiciados nos processos do tráfico de cocaína, nos quais receberiam penas muito mais graves e apodreceriam nas cadeias. É óbvio que o mundo empresarial brasileiro sabia disso tudo.
Glenn Greenwald se insere nesse meio, tentando comprometer a Operação Lava Jato desde o seu início, com as denúncias de atividades da NSA investigando a Petrobras e a então presidente Dilma Roussef. Um resultado ele conseguiu na época, fazer a mulher sapiens petista cancelar a visita de Estado que realizaria aos Estados Unidos. Toda essa atividade faz parte de um esforço mundial de esquerdistas, terroristas, traficantes, máfias, grandes financistas, todos mancomunados e reunidos em grande organização criminosa planetária, no sentido de barrar as perigosas investigações da Operação Lava Jato, que podem levar, e já levam, ao desvelamento da grande atuação mundial da criminalidade envolvendo tráfico de drogas, tráfico de mulheres, de crianças, de órgãos, da prostituição, da jogatina, da lavagem de dinheiro. As fábulas de dinheiro que circulam nestas atividades são incalculáveis. Glenn Greenwald não é um santinho. É um sujeito com longo histórico de ligações com espiões e hackers. Ele é um peão importante na estratégia da organização global que comanda essas atividades ilegais.
Greenwald foi um ativo defensor da concessão de asilo pelo regime criminoso do PT ao espião Edward Snowden, o que ele tentou em 2013. Por meio de uma campanha na internet que permite a assinatura de petições, o espião Edward Snowden buscou obter o apoio da população brasileira para viver no Brasil. . Quando as primeiras denúncias sobre espionagem dos Estados Unidos vieram à tona, Snowden pediu asilo político a 21 países, entre os quais Brasil. Os países foram pressionados pelos Estados Unidos a recusar asilo a Snowden.
Em depoimento ao Congresso Nacional do Brasil em agosto de 2013, Greenwald testemunhou que o governo dos Estados Unidos tinha usado o combate ao terrorismo como um pretexto para a vigilância clandestina, tendo por finalidade aumentar suas vantagens ao competir com outros países em áreas empresariais, industriais e econômicas.Obviamente, ele montou um quadro de excitação do sentimento populista, nacionalista, achando que alcançaria algum resultado com isso. Greenwald vem interferindo na vida brasileira há quase uma década.
Greenwald exerceu advocacia na firma Wachtell, Lipton, Rosen & Katz (1994-1995); em 1996, ele co-fundou sua própria firma de litígios, chamada Greenwald Christoph & Holland (mais tarde renomeada como Greenwald Christoph PC), onde trabalhou com casos relativos a questões de direito constitucional e direitos civis dos Estados Unidos. Trabalhou pro bono na maior parte do tempo, entre os casos em que representava o supremacista branco Matthew Hale em Illinois e a organização neonazista Aliança Nacional. Ou seja, um judeu, ele é judeu, embora não se reconheça como tal, defendeu neonazistas nos Estados Unidos. Isso também serve para demonstrar o quanto é contraditório esse sujeito.
Em agosto de 2013, a Polícia Metropolitana de Londres deteve o marido de Greenwald, o atual deputado federal David Miranda, do PSOL, quando ele viajava de volta da Inglaterra para o Brasil. Miranda foi interrogado e ficou detido por nove horas. Após o interrogatório, seu laptop, telefone, computador, câmera e outros objetos pessoais foram apreendidos. Para justificar sua detenção, a Inglaterra fez uso de lei britânica antiterrorista - o Anexo 7 do Terrorism Act 2000, o equivalente britânico do Patriot Act americano, considerando o brasileiro como suspeito de terrorismo. Greenwald descreveu a detenção de seu marido como intenção de intimidação aos que vinham denunciando as atividades da NSA e sobre a conivência do governo britânico com o sistema de vigilância global através do serviço de inteligência britânico, o Government Communications Headquarters (GCHQ). Então Glenn Greenwald processou a Polícia Metropolitana londrina. Em fevereiro de 2014, a Justiça Britânica considerou a detenção de David Miranda como sendo legal.
Greenwald, ao falar à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Brasil no início de agosto de 2013, informou que havia documentos em sua posse ainda em fase de análise e que seriam divulgados posteriormente, e que estes continham informações estratégicas sobre a política e o comércio do Brasil. Ele não sai do Brasil com medo de vir a ser preso pelo governo americano.
Glen Greenwald foi um dos primeiros a ampliar a tese de que o processo de impeachment da mulher sapiens petista Dilma Rousseff seria uma tentativa de golpe de estado, uma trama das elites políticas brasileiras com auxílio da mídia corporativa para tomar o poder executivo através da atuação de parlamentares no âmbito das instituições públicas.É algo absolutamente delirante, por desconsiderar totalmente a opinião e a vontade de milhões de brasileiros que tomaram as ruas, e que posteriormente elegeram Jair Bolsonaro com 57 milhões de votos que aniquilaram as esquerdas no Brasil.
Resumindo, Glenn Greenwald faz parte de um amplo esquema internacional que une organizações esquerdistas, organizações islâmicas terrorista e outras, grandes capitais internacionais, máfias de vários países que dominam tráfico de drogas, de mulheres, de crianças, de órgãos, da jogatina internacional, com o objetivo de desestabilizar nações que rompem o esquema de ocupações nacionais buscado por esse conjunto de forças. Está mais do que na hora de o governo e as instituições brasileiros prenderem esse sujeito por sua ação de desestabilização do Brasi, com suas atividades mais do que suspeitas, e enviá-lo de volta aos Estados, assim como a Inglaterra prendeu o chefão do Wikileaks, o australiano Julian Assange, e a justiça inglesa delibera agora sobre a sua extradição aos Estados Unidos, para que responda a processo pela divulgação de segredos oficiais que lhe foram repassados pelos espiões Bradley Edward Maninng, hoje Chelsea Elisabeth Manning, e Edward Snowden.
Chelsea já voltou para a cadeia. O espião Snowden continua refugiado em Moscou, na Russia, Julien Assange está preso em Londres e em vias de extradição para os Estados Unidos, e o amigão de todos esses envolvidos em espionagem contra os Estados Unidos, Glenn Greenwald, está no Rio de Janeiro. Ele precisa ser preso, processado e expulso do Brasil, enviado de volta para os Estados Unidos, para que enfrente as suas responsabilidades e o seu futuro.
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