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quinta-feira, 2 de maio de 2019

Petrobrás conclui venda da lata velha refinaria de Pasadena, grande negociata da Petrobras aprovada por Dilma Rousseff e Jorge Gerdau Johannpeter


A Petrobrás informou nesta quarta-feira, 1º, que finalizou, por meio de sua subsidiária Petrobrás America Inc. (PAI), a venda de 100% de suas ações nas empresas que compõem o sistema de refino de Pasadena, nos Estados Unidos, para a multinacional americana Chevron. A conclusão do acordo marca o fim de um criminoso projeto da Petrobras, montado só para extrair propina, e que teve a aprovação da petista Dilma Rousseff e do barão do aço, Jorge Gerdau Johannpeter, o pai do capitalismo pára-estatal nacional, escondido sob a capa de liberalismo. A negociata gerou um gigantesco prejuízo para a estatal petrolífera brasileira. A compra da lata velha da refinaria de Pasadena, em 2006, desencadeou uma investigação sobre corrupção. A refinaria, porém, custou cerca de US$ 1,2 bilhão (quase R$ 4,8 bilhões) à companhia. A compra de Pasadena foi realizada em duas etapas. Em 2006, durante o governo do bandido corrupto Lula, condenado e preso pela Operação Lava Jato, a Petrobrás, com o aval do conselho de administração, pagou US$ 360 milhões à empresa belga Astra Oil por 50% da refinaria. Em 2012, a Petrobrás pagou mais US$ 820 milhões pelos 50% remanescentes. Um ano antes, o grupo belga havia desembolsado apenas US$ 42 milhões (cerca de R$ 160 milhões) por 100% da unidade. Na época da liberação da transação, a presidente cassada Dilma Rousseff presidia o conselho da estatal. E o pai do liberalismo, criador do Instituto de Estudos Empresariais em Porto Alegre, responsável pelo Forum da Liberdade, fazia parte do conselho e também aprovou essa gigantesca maracutaia.

O fechamento da transação ocorreu nesta quarta-feira com o pagamento pela Chevron à subsidiária da Petrobrás de US$ 467 milhões (cerca de R$ 1,8 bilhão), sendo US$ 350 milhões pelo valor das ações e US$ 117 milhões de capital de giro, total que será ajustado posteriormente para refletir a posição da data do fechamento. “A operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando a geração de valor aos nossos acionistas”, disse a Petrobras em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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