O Ministério Público do Rio de Janeiro apontou indícios de que Flávio Bolsonaro tenha utilizado a compra e venda de imóveis para lavar dinheiro. Segundo os promotores, entre 2010 e 2017, o então deputado estadual – hoje senador – lucrou R$ 3,089 milhões em transações imobiliárias em que há “suspeitas de subfaturamento nas compras e superfaturamento nas vendas”. No período, sempre de acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro investiu R$ 9,425 milhões na compra de 19 imóveis, entre salas e apartamentos. O documento sigiloso do Ministério Público diz ainda que a suposta fraude pode ter ocorrido para “simular ganhos de capital fictícios”, que encobririam “o enriquecimento ilícito decorrente dos desvios de recursos” da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Esse Ministério Público do Rio de Janeiro é aquele que foi comandado por um procurador que recebia propina do ex-governador emedebista corrupto Sérgio Cabral, ambos hoje na cadeia.
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