Dois legisladores democratas e vários ativistas apresentaram na quinta-feira, em Washington, um cartão de memória com mais de 10 milhões de assinaturas pedindo ao Congresso que inicie o processo de impeachment do presidente Donald Trump. "Em nossas mãos temos 10 milhões de razões para estar aqui hoje", declarou o congressista Al Green, ao lado de sua colega Rashida Tlaib e de representantes das organizações MoveOn e Women's March, diante do Capitólio, sede do Congresso. "Diante desta situação particularmente obscura para nosso país, este é um momento de luz", destacou Tlaib, que defende o impeachment de Trump há meses. Essa cambada é anti-americana, porque nunca na história dos Estados Unidos o país viveu um momento de pleno emprego como agora. Na Câmara de Representantes desde janeiro, Tlaib apresentou em março uma resolução solicitando ao Comitê Judicial da casa uma investigação sobre se Trump cometeu crimes passíveis do impeachment. Trump foi isento, em abril, da suspeita de conluio com os russos na campanha presidencial de 2016, no relatório do procurador especial Robert Mueller, mas alguns democratas questionam a investigação. Rashida Tlaib é uma islâmica antissemita, ativista do BDS, contra Israel. E democrata, naturalmente, o partido virou uma sucursal do comunismo e do islamismo.
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