O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, voltou a defender nesta terça-feira (2) o uso de snipers na segurança pública. Em entrevista no fim de semana, ele disse que os atiradores de elite já estavam atuando e motivou o Ministério Público do Rio de Janeiro a pedir explicações. Os promotores querem saber se policiais civis ou militares estão executando pessoas portando fuzis e oficiou os chefes das duas corporações. O uso de snipers para matar pessoas portando fuzis era uma das promessas de campanha do governador. Ontem, na Laad Defence & Security, a maior feira de negócios da área de defesa e segurança da América Latina, Witzel avaliou que não há conflito entre uma execução por snipers e as garantias constitucionais, como o direito à vida e a um julgamento justo, expressos também na Declaração dos Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU). "A polícia tem que usar os meios necessários para proteger a população", disse ele: “É legítima defesa da sociedade. Está no Código Penal desde 1940".
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