O corregedor regional da Justiça Federal da 4ª Região, Ricardo Teixeira do Valle Pereira, arquivou uma reclamação disciplinar contra a juíza Gabriela Hardt. A reclamação foi ajuizada por Gleisi Hoffmann e outros políticos do PT, membro da alta nomenklatura da organização criminosa do Foro de São Paulo, por Gabriela Hardt ter homologado o acordo bilionário entre o Ministério Público Federal e a Petrobras – após forte reação negativa, a própria força-tarefa da Lava Jato pediu à Justiça a suspensão do fundo. O problema dos petistas com a juíza, claro, é o fato de ela ter condenado Lula a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do sítio de Atibaia. Gabriela Hardt comandou a Lava Jato em Curitiba entre a saída de Sergio Moro, em novembro do ano passado, e a chegada de Luiz Antonio Bonat, em março deste ano. O PT queria a “declaração de ilegalidade da conduta da magistrada”. O desembargador Valle Pereira respondeu que os fatos narrados não indicavam “qualquer indício de violação” da Lei Orgânica da Magistratura.
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